segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
ESCATOLOGIAS MATERNAS (pero sin perder la ternura)
sábado, 23 de julho de 2011
INFINITO ENQUANTO DURE
terça-feira, 12 de julho de 2011
MÃE DE DOIS: PRIMEIRAS CENAS
terça-feira, 5 de julho de 2011
SER MÃE DÓI
quarta-feira, 15 de junho de 2011
AS CRIANÇAS E A TRANSMISSÃO DA CULTURA
![]() |
| imagem do livro de Naoli Vinaver linkado acima |
segunda-feira, 30 de maio de 2011
COMO NASCEM AS COISAS (ou a pergunta que não quer calar)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
COMEÇOU A MALANDRAGEM
| chamego no barrigão de quase 1 mês atrás |
- Eu não, mamãe, é o bebê!
quarta-feira, 23 de março de 2011
A MAMÃE AQUI RECOMENDA: OLHAR DE FILHO PEQUENO FAZ BEM PRO EGO
Filhote descobriu nossos álbuns de fotos. Velhinhos, coitados, acho que o último álbum que fiz deve ter, no mínimo, uns oito anos, fácil fácil. Não que não goste de álbuns e fotos de carne e osso: EU AMO. Acontece que durante um bom tempo eu ficamos sem máquina (por falta de grana), depois veio a era digital, a grana raramente sobra e acabamos não investindo em imprimir as belezinhas. (Caio só tem um fotolivro impresso, presente de titia fofa... snif.)
Mas então, voltando ao assunto. Ele descobriu nossos álbuns e ficou fissurado em um grandão, vermelho, que é o álbum do meu primeiro ano na faculdade. E mexe aqui, mexe ali, de repente ele vem correndo atrás de mim, como se tivesse feito uma grande descoberta, e aponta pra uma foto:
Depois dessa, até rejuvenesci (ao menos em espírito, rá!). Tá certo que o olhar do filhote ainda é do tipo embaçado-pelo-amor-idolatrado-pela-mamãe, mas tá valendo. Tomara que ele continue com esse olhar por muitos e muitos anos... Faz um bem danado pro ego!!!
segunda-feira, 7 de março de 2011
SILÊNCIO A DOIS
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O MISTÉRIO DA GUITARRA VERDE
domingo, 20 de fevereiro de 2011
HISTORINHAS PRA MÃE DORMIR... MENOS NOIADA
domingo, 23 de janeiro de 2011
DAS DELÍCIAS DE UMA SEGUNDA GRAVIDEZ
Caio está curtindo muito a gravidez e, principalmente, o barrigão. Todos os dias, em vários momentos, mas religiosamente quando acorda e antes de dormir, ele beija a barriga, faz carinho, conversa com "o nenê" ou "o irmãozinho", como ele fala (ele tem certeza que é menino), com a boca colada no meu umbigo saltado, e eu fico ali, curtindo, estimulando, me emocionando.
sábado, 20 de novembro de 2010
TRAVESSURA E POESIA NO COTIDIANO
domingo, 19 de setembro de 2010
FILHO DE PEIXE...
Um belo dia, estava eu no escritório de casa, Caio apareceu, me olhou, mexeu na estante e saiu quietinho. Em seguida, um longo silêncio. Tão longo que, como toda mãe, logo desconfiei, e fui atrás dele pela casa. E eis que encontro o pequeno refastelado no sofá, admirando um livro de obras do Gaudi........... Pirei, é claro - ADORO GAUDI - e corri para registrar esse momento:
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
DEPOIS DA CHUVA
Beijei, beijei, beijei. Apertei, sufoquei, melei. Coisa chata é mãe com saudade, não? Lambi a cria mesmo, até gastar. E repeti trocentas vezes "eu te amo", em milhares de variações: "mamãe te ama, viu, filhote?", "te amo gatinho", "te amo muito, filho", "mamãe te ama demais", e por aí afora, sempre seguido de beijos estalados e abraços de urso. Chata, chatíssima.
Mas... lá pela segunda ou terceira declaração de amor da mãe babona, o pequeno olha bem pra mim, nós dois deitados na cama, e repete: "te ama, mamãe?" "É filho, mamãe te ama, te ama muito". Ele: "te ama?" "Isso filho, EU-TE-AMO". Ele: "eu te amo também".................................................................................................................. M-O-R-R-I, apesar de saber que era apenas o bom e velho aprendizado pela repetição. Dormi feliz.
No dia seguinte, estou no banheiro e ele vem, todo faceiro: "mamãe!!" Olha bem pra mim, direciona um olhar apaixonado e diz, todo sincero: "Eu te amo, MAMÁ!", tascando as mãozinhas nos ditos cujos. Rá!!!! Dessa vez morri também, só que de rir. Até na declaração de amor espontânea o mamá sai na frente! Rá!
Declarações de mãe grudenta rarefeitas, chega o dia do meu aniversário. E, de presente, ganho o meu primeiro "EU TE AMO, MAMÃEZINHA", totalmente espontâneo, com direito a carinho no rosto e olharzinho apaixonado. E os nove dias de saudade louca ganharam novo sentido. Bom demais.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O DIA EM QUE ENTENDI O QUE É SER MÃE
Dizem que a fase de acabamentos de uma obra pode por um casamento à prova. O meu parece ter sobrevivido (rá!), mas ainda ontem tivemos um nheco-nheco por conta da pintura. Mulher de tpm, marido esgotado, já viu. Estávamos na obra, resolvemos ir embora, peguei Caio no colo agitada. Fui colocá-lo na cadeirinha do carro e ele, que está numa nova fase da inércia, não queria ir embora, começou a fazer birra, se jogou para trás e... POW! Choro. Sangue. Mãe desesperada com a criança no colo. Pai desesperado pega a criança. Choro. Sangue.
Ainda consigo olhar o estrago: "ai, meu deus, acho que vai ter que dar ponto... Vamos correndo pro pronto-atendimento!" Pego Caio no colo, entro no carro, e coloco ele no peito pra acalmar (nessas horas fico ainda mais feliz por ele ainda mamar...). Em minutos estava tranquilo, fui estancando o sangue, mas ele sentia dor quando tocava o local. Dani me culpava, eu me culpava... "ele estava no meu colo"... "mas ele se jogou pra trás"... repetia pra mim mesma, atordoada. A dura realidade de não ser onipotente, onipresente, todapoderosa em relação a ele caía na minha cabeça. Eu chorava mais que ele.
Entrei no pronto atendimento com o filhote pendurado ao peito, enfermeira daqui, atendente de lá, colocamos ele numa cama, encharutaram ele num lençol para não mexer os bracinhos, limparam o ferimento. "Vai ter que dar ponto?" "Calma, mãe, o doutor já vem". Chega o tal doutor, é "daqueles", mal fala conosco, já vai ditando os procedimentos pras moças, percebo que vai dar ponto sim, começo a cantar pra distrair o pequeno, que apesar de tudo ainda consegue rir. Estou de frente pra ele, olhos nos olhos. O pai está ao lado, acariciando-o. De repente, o doutor enfia uma agulha no meio do corte, a cena vira slow motion, vejo a agulha entrando e injetando um líquido no ferimento, os olhinhos de terror do caio, o choro doído, a agulha preta e curva que crava o ponto, os olhinhos desesperados me fitando, o choro inconsolável, a mensagem implícita "mamãe, não deixa eles fazerem isso comigo!". Eu canto, digo que já vai acabar, que tudo vai ficar bem, seguro o choro tremendo na base, até que a enfermeira pergunta: "tá tudo bem, mãe? quer que eu vá aí?"Digo que não, e desabo a chorar, e logo me seguro de novo, eu e o pai nos olhamos, estamos em farrapos, o ponto tá dado, o curativo tosquíssimo é feito, arranco os lençóis e o pego no colo, instinto de bicho, saio da sala sem olhar pra ninguém, só pra ele, e largo com o pai (meu herói) a ingrata missão de resolver os procedimentos burocráticos, papéis, carteirinhas e ter que olhar pra cara daquele médico de gelo.
O pequeno chora sentido, se agarra a mim, pede pra mamar. Vamos em direção ao carro: "calma, filho, tá tudo bem, mamãe tá aqui, calma, respira, calma..." Ele se acalma. Mama. Mama. Mama. E eu o abraço e choro. Vamos pra casa, e enquanto ele mama cancelo o compromisso de trabalho que teria naquela noite (há uma semana comecei a dar aulas numa faculdade, e seria minha segunda aula) e no dia seguinte, pra ficar com ele. Ele mama e eu choro. Ele vai se animando, eu vou me acalmando. Então ele me olha, abaixa minha blusa, desce do meu colo e diz, como se nada tivesse acontecido: "mamãe, télo bincá. Vem!" O pai o chama para mostrar o curativo gigante no espelho, ele não se assusta, dizemos para não mexer, e ele não toca mais no local. Vamos brincar, jantamos, tomamos banho e hora de dormir. Tudo tranquilo para ele, uma noite como todas as outras. E eu, como da outra vez, desabo a chorar depois que ele dorme, me agarro ao pai, choro e soluço feito criança. Durante toda a noite permaneci meio passada, tive dificuldade pra dormir. Caio acorda algumas vezes de madrugada, mas volta a dormir rapidamente, não reclama de dor, apenas quer aconchego.
No dia seguinte, eu com a cara inchada de tanto chorar, o super-papai providencia o café, o filhote acorda de bom humor, lembra do dodói, aponta e pede: "dá bêjo, mamãe!" Eu dou, ele diz: "já paxô (passou)!" Eu rio, e admiro meu pequeno homenzinho, aprendo com ele, com sua capacidade de se alegrar e se divertir, com sua tolerância à dor, com sua facilidade de compreender as coisas. Penso que essa minha aventura materna está só começando. E sinto que minha mãe não esteja aqui pra me dar um beijo e dizer que "já passou", porque até agora ainda pesa em mim a culpa, ô bichinha pentelha...
domingo, 31 de janeiro de 2010
A PRIMEIRA NOITE FORA COM PAPAI OU DEPRÊ DE MÃE

Pior é que fui eu que pedi: Dani ia pra Campinas fazer compras pra obra, eu tenho que trabalhar amanhã, ele topou fazer malabarismos para levar o filhote (valeu, amor!!), a vovó topou ficar com o pequeno (brigadão, vovó!), e tudo se resolveu. Levei pai e filho até Rio Claro para encontrar os super avós, e, na volta, se não fosse Chico César a mamãe aqui tinha embarcado numa bad trip, vontade de pegar o primeiro retorno e sair correndo atrás deles: "péraê, eu vou também!!". Me contive, chorei um pouquinho e fiquei pensando em como sou molona, como choro por tudo, imaginando que tipo de mãe eu serei quando meu filho for adolescente, homem feito... Concluí que serei igualzinha a minha mãe: ela chorava quando eu voltava aos finais de semana para a faculdade, e chora até hoje, quando Caio vai embora da casa dela. Serei IDÊNTICA, tenho certeza. (chora não, hein, mami...)
Até que me aguentei forte na estrada. Mas quando cheguei em casa, aquela penumbra do fim do dia, uma lâmpada queimada na sala, chovendo lá fora e aqui dentro fazendo tanto frio, brinquedos espalhados pela casa inteira, a casa vazia... não me aguentei, abri o maior berreiro mesmo, me consolei feito louca com a Taipa (nossa cachorra!), e agradeci aos céus por não ter uma barra de chocolate por perto, porque senão o regime da semana toda teria ido pro saco. Mamãe em momento deprê-master, foi foda. E aí, como não tinha chocolate, meti a cara no trabalho, afinal foi só por isso que liberei a noitada dos meninos.
Imagem daqui.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
DA SÉRIE: DELÍRIOS DE MÃE
Depois de alguns dias fora a trabalho, desde sexta passada estou grudada no Caio e ele em mim. Fazemos praticamente tudo que dá juntos. Ocorre que entre as rotininhas dele, as nossas brincadeiras e passeios, e as intermináveis sessões de cocoricó, há que se cumprir os afazeres domésticos atrasados - dentro e fora de casa: comida, compras, contas, etc. E lá vai Caio com mamãe fazer tudo isso.
Dia 1, ontem. Orçamentos para obra da casa-própria. Xerox de documentos. Pagamento de contas. E antes que desse tempo de chegar ao supermercado o pequeno já estava dormindo no carro. Voltamos para casa e o resto ficou pro dia seguinte. Mamãe improvisou o jantar com o que tinha em casa.
Dia 2. Solicitar ligação de água para a casa própria (1 hora e meia esperando, em uma repartição pública, e Caio deu show de bom comportamento, me acabei de tanto orgulho). Pagar aluguel. Buscar homeopatia. Comprar ração. E antes de conseguir chegar ao sacolão, novamente o filhote já dormia no carro. Me virei estacionando o carro, com ele dormindo mesmo, em frente a uma rotisseria e comprei um jantar pronto.
Daí, que essa sequência de fatos me fez matutar o tal desejo secreto: porque não inventaram ainda um mercadinho delivery, um sacolão drive-thru, hein, gente??? Já pensou que sonho, a mãe poder estacionar o carro com o filhote dormindo no banco de trás, pedir "1/2 kilo de peito de frango, 300g de abóbora, 2 pés de alface, 1 penca de banana", seguir para o caixa à frente, pagar, conferir a mercadoria e chegar em casa com o filhote dormindo, colocá-lo na cama e aproveitar a soneca pra preparar um jantarzinho delícia??? Alôu, Carrefour Bairro, tá dada a dica. Rá!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
MÃE-PIMENTÃO
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
AS BIRRAS E OS AVESTRUZES
Imagem retirada daqui.

















