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domingo, 8 de julho de 2012

AINDA NÃO ANDA?

Ai, posso falar, cansei dessa pergunta. Nuno completa (APENAS) 1 ano e 2 meses semana que vem, provavelmente até lá já estará andando sem estender sua mãozinha para nós e eu vou ficar morrendo de saudade desse breve tempo em que ele esteve a descobrir como é se equilibrar em dois apoios, como é ver o mundo mais de cima... Mas a pressão pra ele andar tá terrível, não tem uma pessoa que não faça essa pergunta ao encontrá-lo.

Andei pensando e, para mim, esta pergunta está no mesmo balaio de outra (que ouvi muito quando Caio tinha a idade de Nuno agora, e que ninguém mais tem coragem de me perguntar, por já saber a resposta), a fatídica: Ainda mama? Um mesmo sentimento de fundo as motivam: o de que os bebês de 1 ano já tem que ser independentes, não podem mais mamar, já tem que saber andar, dormir a noite inteira e por aí afora....  Sério, quase me enredei nesse caminho: quem pergunta não o faz por maldade, eu sei (ou espero), mas por vezes não imagina que possa causar um dano ao processo mãe-bebê. De tanto me perguntarem se ele já andava, ou, ao contrário, de tanto se espantarem porque ele "ainda não anda", comecei a encucar, a forçar a barra, a passar do ponto no estímulo. E - ainda bem - percebi a tempo que estava caindo na armadilha, mas... quantas mães não percebem e ficam achando que seu filho está "atrasado", ou tem algum "problema"? 

O fato é que Nuno, por ser segundo filho, é super espertinho desde bem pequeno, e todos que o conhecem (até o pai) ficavam apostando que ele engatinharia super rápido, que ele andaria super rápido e tals. Mas ele é sossegadão, é observador pra caramba e, a cada nova descoberta e aprendizado, ele ficava um bom tempo até passar para a próxima: primeiro se arrastando pelo chão feito minhoca até conseguir engatinhar, depois engatinhando até virar um ás veloz, depois se apoiando e andando de ladinho até descobrir que podia pedir nossas mãos e sair por aí, depois com uma mão só até ficar craque e quase correr e, nas últimas semanas, ganhar segurança pra dar uns passinhos conscientes aqui e ali, sempre se garantindo que teria onde se apoiar caso algo acontecesse (imagine o frio na barriga dos bebês, gente! é toda uma aventura aprender a andar!) ou, cautelosamente, interrompendo a caminhada e se sentando no chão. Agora ele já vai mais pimpão de um ponto a outro sem apoio nenhum, mas ainda não está totalmente seguro de si, e temos que respeitar isso.

Nós seguimos incentivando, comemorando cada conquista, o ajudando a avançar um pouquinho a cada dia, mas sem aquela nóinha que pairou por aqui por uns tempos de que "tínhamos que estimular mais", ou de que "ele está com preguiça de andar", ou de ficar comparando com Caio ou outras crianças nessa idade. É duro admitir que me peguei nesse erro, mas fico feliz também de que tenha durado pouco, que eu tenha percebido a tempo. Mas, depois de interrompido o ciclo do "vamos estimulá-lo a andar a todo momento", a tal perguntinha passou a me irritar ainda mais: será que é tão difícil respeitar o tempo dos bebês, das crianças? Porque de agora em diante, nesse raciocínio, será uma sucessão de perguntas: "já fala?", "já corre?", "já pula?", "já sabe as letras? os números?", já já já já............................ Pobres crianças e pobres pais. Eu saltei fora dessa barca, e espero sinceramente que ela não me pegue nunca mais (porque já estava me pegando também no quesito "letras" e "desenho" do Caio, mas esse papo fica pra uma próxima vez).

E, apenas pra ficar registrado, foi a mãe de primeira que me habita que puxou a orelha da mãe de segunda que vos fala, lembrando da magia que é acompanhar uma criança aprendendo a andar (porque mãe de segunda tem esse risco, por não ter mais aquele olhar de novidade pra tudo o que o filho faz, acabar perdendo a beleza desses momentos tão importantes).

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ESCATOLOGIAS MATERNAS (pero sin perder la ternura)


Nuno começou a comer frutinhas há uns quinze dias e seu cocô mudou totalmente. Ok, isso não é novidade pra ninguém, muito menos pra mães de segunda viagem como eu. O fato é que, quando fui trocar a primeira fralda com cocô pós-frutinhas, uma coisa louca aconteceu... o cheiro daquele cocô me despertou memórias tão intensas dos primeiros meses do Caio, daquela sensação de ser mãe de primeira, aprendendo tudo... chegou a doer o peito de saudade! E em seguida comecei a rir, pensando no misto entre poética e patética que era aquela situação, aquele sentimento. Proust reviraria no túmulo, mas o cocô do Nuno foi uma espécie de madeleine para mim. Será que doideira de mãe tem limite? 


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Caio, outro dia, tomando banho dentro da piscininha. Eu do lado de fora do box. De repente escuto um "hehe"  numa entonação de surpresa, seguido de um "epa". Curiosa, pergunto o que foi. E ele responde, totalmente surpreso e feliz:

- "Mamãe, fiz um pum na água e saiu umas bolhinhas!" 

- "Você nunca tinha feito isso filho?"

- "Não. É legal, né?"

Pois é, nada como um filho pra fazer a gente se lembrar que tudo - TUDO - nessa vida tem uma primeira vez, é aprendizado. Até "peidar n'água pra fazer borbolha", como os desaforados de antigamente diziam.

domingo, 20 de novembro de 2011

MOMENTOS HISTÓRICOS (e update do sorteio)

- Mamãe, tô com sede, quelo água. 
E assim, sem mais nem menos, Caio finalmente aprendeu a falar corretamente uma das primeiras palavras que disse na vida: água. (Sem mais nem menos pra ele, né, que eu quase tive um treco, pedi pra ele repetir mil vezes e fiz a maior festa! #maedoida). Primeiro era "aua", depois virou "aba" e assim ficou. Teve uns "aga" no meio do caminho, mas o corrente era "aba", mesmo, ou sua versão no diminutivo, que eu amava, "abinha" - "mamãe, télo uma abinha", ele falava até outro dia... Coincidência ou não, esse momento histórico ocorreu exatamente no dia 15 de novembro, quando Nuno completou 6 meses de vida. 

E, por falar nisso, 6 meses de amamentação exclusiva e iniciamos a introdução dos alimentos na sexta. Nuno já provou banana e mamão e foi super bem, hoje já comeu tudo o que eu tinha amassado no pratinho. Completamente diferente da introdução do Caio, que quando completou 6 meses ainda não tinha dentes e nem ficava firminho sentado, e só foi comer mesmo lá pelo oitavo mês. Some-se a isso uma mãe MUITO ansiosa, e o processo demorou pra engrenar. Com Nuno, além dele já ter 3 DENTES (aaaaaa!) e já ficar firminho sentado com apoio, ele está se beneficiando por ter uma mãe já mais (D)escolada, bem menos ansiosa e que já sabe que cada criança (e cada fase) tem seu tempo. Das vantagens de ser o segundinho, né?

Bom demais ver os meninos crescendo, a gente comemora e tudo, mas, lá no fundinho, sempre resta um saudosismo, né? Ainda mais que sou canceriana, vixe, acho que vou ser aquelas mães que quando o filho sair de casa vai ficar rememorando cada passo... (meda!). Mas bom demais estar perto e poder curtir cada um desses momentos, e viva o blog que me ajuda a documentá-los para a posteridade (que, tomara, demore a chegar! rá!).

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Só  pra lembrar, tem SORTEIO rolando no blog, aqui ó. A data final era hoje, mas como é domingo, pé de cachimbo, achei melhor dar mais uns dias pra quem quiser participar: ficam valendo, então, os comentários que chegarem até o dia 22, terça feira, ok? E na quarta posto quem foram as duas sortudas.

domingo, 9 de outubro de 2011

BEBÊ ZEN


Nuno ri. Desde muito cedo. Pra qualquer um, a qualquer momento. Ri com o rosto todo, com o corpo todo. É um dos seus muitos encantos. Mas, gargalhadinhas são privilégio de poucos, em especial o irmão e o pai. Comigo, tenho que fazer muita micagem pra ganhar uminha ou outra...


Nuno se aventura. Aprendeu a se balançar no bebê conforto, e atinge velocidade impressionante. Deitado, dá impulsos vigorosos com o corpinho para o lado, querendo mudar de posição. E se diverte por um bom tempo nessas suas aventurinhas deliciosas.

Nuno me olha. O tempo todo. Onde quer que eu esteja, seus olhos me procuram. Dois olhões apaixonados, sorridentes, que me derretem, me inundam de amor.

Nuno brinca. Com as mãos, com os pés, e com sua mais nova descoberta, a água. Ainda não se interessa muito por brinquedos, que apenas acompanha com os olhos, ou tenta tocar timidamente. Mas seu corpinho dá voltas em torno de si mesmo, deslumbrado com o mundo.

Nuno dorme. Dificilmente briga com o sono. Se está cansado, emite sinais claros disso, pedindo ajuda pra dormir. Mas, por vezes, chega a dormir sozinho, desafiando nossa incredulidade.


Nuno chora. Em geral um choro manso, que pega no tranco devagar. Se chora forte, ardido (e chora também, claro), é que algo incomoda pra valer: sabe se fazer notar em meio à sua tranquilidade típica.

Nuno é vidrado no irmão. Sorri e se agita todo só de ouvir a voz de Caio. Quando o vê, então, é puro maravilhamento, mãos e pernas dançam freneticamente, o olhar fica hipnotizado.


Nuno quer conversar. Emite sons em entonações variadas, como quem proseia animado. E se a gente entra no papo, aí é que solta a língua a valer.

Nuno canta. Se está com sono, ao ser embalado, canta. Como que ninando-se a si mesmo, acompanhando meu ninar.

Nuno é companheirão. De ficar em casa ou zanzar por aí comigo, de ir pro trabalho com o pai, de brincar e dormir com o Caio, de passear e viajar com a família. Com ele, dificilmente tem tempo ruim.

Nuno é zen. Gente boa mesmo. Um bebê que nem nos meus maiores sonhos eu poderia imaginar.


[ Sei que, em se tratando de bebês e crianças, tudo pode mudar, sempre. Mas agradeço todos os dias por esse bebê incrível ter me dado a honra de ser sua mãe, e desejo imensamente ser uma mãe à sua altura. E, por via das dúvidas, nunca é demais pedir proteção... "guiai os meus passos, e por onde eu caminhar, tira os olhos grandes de cima de mim pra's ondas do mar..." ]


terça-feira, 12 de julho de 2011

MÃE DE DOIS: PRIMEIRAS CENAS

:: Cena 1

Mãe morrendo de medo do dia em que teria que ficar com os dois filhotes sozinha. Pai doido pra voltar a treinar capoeira. No meio desse acordo, um frio fenomenal e uma manhã tenebrosa de chuva e... filho mais velho não vai pra escolinha. Filho mais novo ainda não tinha nem um mês, a mãe ainda tava perdidinha!!! Mas até que correu tudo melhor que o esperado, com toques tragicômicos, como não poderia deixar de ser. Se antes ela se achava "polvo", agora então... No fim da manhã, bebê dormindo, mãe vai dar almoço pro mais velho e, é claro, o bebê acorda bem nessa hora. Mãe põe o bebê no peito e, com o braço livre (oi?) ajuda o mais velho a comer. Antes de acabar o prato, o mais velho diz: "Cocô". Com o mesmo braço livre (!) a mãe o ajuda a descer da cadeirinha, ele vai ao banheiro e lá já se vira bem sozinho. "Avisa quando acabar, tá, filho?" A mãe vai colocar o bebê no carrinho e ele, é claro, acorda. Ela percebe que está molhado de xixi e vai trocar. No meio da troca do bebê (é claro), o outro filho grita: "Mãe, acabei!" A mãe, já agitada, devolve um: "já tô indo, só um minutinho", acelera a troca do bebê e o coloca no carrinho. Quando chega no banheiro, se depara com um meninino todo independente, que pegou o lenço umedecido em cima da pia e tentava se limpar sozinho... Acha graça, e o ajuda a finalizar a limpeza, enquanto o bebezico começa a espernear no carrinho (que tem formiga, só pode!). E assim seguiu o dia em que ela realmente debutou como mãe de dois.

:: Cena 2

Primeira noite em que o bebê dá trabalho pra dormir. Dor de barriga, mãe cansada, pai com dor nas costas, bebê volta pra mãe cansada. Mamá, colo, homeopatia, bolsinha quente de ervas e finalmente o pequeno dorme. Mãe respira aliviada, faz a toalete e se aninha nas cobertas quando escuta: "mamãe, mamãe! eu quelo a mamãe!" vindo do outro quarto. O pai, que seria o responsável pela situação, estava tão capotado que ela teve dó, e foi atender o mais velho. Narizinho estava ruim, pingou gotinhas, ele pediu tetê, ela fez, ele quis fazer xixi, ela foi junto. Voltaram pro quarto, ele dormiu e ela, finalmente, também. E o bebê, generoso, só foi acordar no outro dia de manhã (o que significou não mais que 4 ou 5 horas de sono na noite...).

:: Cena 3

Fim de semana cheio, pai trabalhando, mãe sozinha com as crias, vários programas fora de casa. Começou na sexta, que não teve escolinha do mais velho. Pai dando uma força só em pequenos intervalos, como hora do banho ou do almoço. Mãe e filhos passando muito tempo juntos, na alegria e na tristeza (rá!). Rotina tumultuada com os programas e a ausência do pai. Eis então que o bichinho do ciúme apareceu com mais força... Mãe com bebê no colo, menininho se pendurando em cima. Bebê mamando, irmão puxando bracinho, pondo mãozinha na boca ou apertando a cabecinha (tudo muito sutilmente, sacomé, começa com um carinhozinho e vai). Bebê dormindo, molequinho chacoalhando o carrinho ou fazendo qualquer outra coisa pra ele acordar. Mas vamos que vamos. A vontade de ter a mamãe só pra ele veio com tudo, e filho mais velho grudou, queria a mamãe o tempo todo (mesmo porque, só tinha ela mesmo...). Mãe se desdobrando pra dar mamá pra um e brincar com outro, dar banho em um enquanto o outro se balança no bebê conforto, dar comida pra um com outro de bruços na perna soltando pum... Em comparação com o primeiro dia, tá craque. Mas ainda não se acostumou com um molequinho arteiro querendo chamar atenção a todo custo, nem que pra isso seja necessário jogar terra na mamãe enquanto ela está com o bebê... E o fim de semana ainda acabou com aquele doído episódio...

:: Cena 4

Férias do filho mais velho. O bebê agora beira os dois meses. A mãe já tá ficando escolada em ficar sozinha com as crias. Agora ela pode ser vista amamentando o bebê sentada na mureta do parquinho, enquanto brinca de comidinha com o filho mais velho. Ou, ainda, pode ser encontrada jogando bola com o mais velho no quintal de casa com o bebê de bruços no colo, pra aliviar dor de barriga. Nessas ocasiões, diálogos muito interessantes podem ocorrer:
[mãe: filho, agora vou ter que dar mamá pro nuno, tá, daqui a pouco a gente brinca mais! filho: não mamãe, não pode! Porque agora você não é a mamãe, você é jogador... e jogador não pode sair pra dar mamá!]


E estamos só começando, né não?



quinta-feira, 30 de junho de 2011

APRENDENDO A SER IRMÃO MAIS VELHO

Caio querido,

você agora é um irmão mais velho e começa a se dar conta disso. Você já vinha curtindo a barriga da mamãe durante toda a gravidez, até super-irmão você foi, mas só agora você está percebendo que definitivamente somos quatro, que seu irmão veio mesmo pra ficar. E está tentando entender o que é ser um "irmão mais velho": você quer saber se cresceu, se já é adulto, o que significa ser "mais velho", e por aí afora...


Eu também sou a irmã mais velha, filho, das suas duas tias queridas, mas só agora, vendo seu processo, é que compreendi que tranformar-se em irmão mais velho exige todo um aprendizado, leva tempo, tem momentos muito alegres, mas pode também ser um tanto doloridinho... E está sendo tão bonito acompanhar os seus primeiros passos nesse caminho, filho!

A gente sempre ouve as histórias de ciúmes entre irmãos, de birras, de regressões do filho mais velho e fica parecendo que é tudo um grande trauma, uma grande dificuldade, um grande problema. Realmente isso tudo acontece, mais cedo ou mais tarde, mas, como tudo na vida, não é o único lado da moeda. Tem também a descoberta de novos sentimentos, o crescimento, a ampliação de vínculos e horizontes. Penso que tudo isso, bem dosado, mediado por nós, seus pais, tendem a te fazer uma pessoa ainda melhor, mais capaz de dividir, de ouvir, de ter paciência, de conquistar o seu espaço... veremos no futuro.


Mas o que quero te contar é que, até agora, você está indo muito bem nesse seu aprendizado. Você sacou, logo de cara, que teria que reencontrar seu lugar na nossa nova configuração familiar, já que agora você não era mais o único queridinho da mamãe, do papai, dos avós, das titias, dos amigos. E, por enquanto, ao invés de tentar reconquistar esse lugar apenas no grito, na birra, na manha, você tem ido também por outros caminhos.

Pra começar, você ficou todo engraçadinho. Cheio de histórias, uma mais maluca e divertida que a outra, você conquista a atenção de todos, que riem muito com suas gracinhas. Você está ainda mais conversadeiro, e sua companhia ficou ainda mais gostosa! Ponto pra você.

Além disso, você mergulhou fundo no mundo da imaginação, acho que como uma forma de elaborar todas as novidades que estavam acontecendo na sua vida. (É certo que as brincadeiras, por vezes, ficaram um pouco mais agressivas, cheias de espadas e malvados morrendo... mas tanto melhor que seja nelas que você venha canalizando essa agressividade natural, isso é saudável e pode te ajudar a lidar com ela!). Mil personagens, aventuras mirabolantes, os brinquedos ganharam nova vida e todos nós entramos na dança, cada dia como um personagem diferente. Todos os cômodos da casa foram tomados por suas brincadeiras, e o mundo do faz de conta virou seu delicioso refúgio. Até o Nuno você transformou em mil e um personagens, sempre no diminutivo, uma graça. Foi realmente impressionante o salto que você deu, em um período de tempo tão curto, em termos de brincadeiras, de invenções, de imaginação.


Mas o salto mais impressionante - e que eu vi como uma maneira muito saudável que você encontrou de chamar a atenção - foi na linguagem. Quinze dias depois que o Nuno nasceu, nessas suas conversações e invenções cada vez mais elaboradas, você incorporou um novo aprendizado. Talvez por estímulo da vovó e do vovô, o fato é que você aprendeu a falar praticamente todos os fonemas em que ainda trocava ou engolia letras! Taio virou Caio, telo virou quelo, dato virou gato, tês virou tlês, depois tllrês e até um trrrês já está saindo, memo está virando mesmo... e por aí afora! Você ainda se confunde um pouco, corinthians ainda é tolintias, de vez em quando sai um adola ou agola no lugar de agora, mas a virada que o aprendizado exige está feita, é só uma questão de tempo. Mamãe ficou tão, mas tão orgulhosa!! E ao mesmo tempo com uma pontinha de tristeza (mãe é bicho doido, filho!) por sentir que meu menininho está crescendo tão rápido... mas outra hora a gente fala mais disso.
 
Claro que você também está fazendo birras, mas, por enquanto, nada ainda muito maior do que as que você já fazia desde que se aproximou do "portal" dos dois anos, e que fez durante a gravidez também. Em geral, elas acontecem quando você está cansado, com sono ou com fome, e são intensificadas - claro! - pelo fato de que a atenção que há pouco tempo atrás seria dedicada exclusivamente a você, agora tem de ser dividida com Nuno... Além disso, em alguns momentos (especialmente em eventos sociais ou no meio de muitas pessoas)  você tem ficado mais acanhado, sem querer papo com ninguém, mas só por algum tempo, até ganhar confiança, até sentir que seu espaço está garantido, independente do Nuno. As despedidas também ficaram mais difíceis, mas você nunca gostou muito delas...


Mas com o Nuno, de modo geral, tem prevalecido seu carinho, sua vontade de vê-lo, de pegá-lo, de beijá-lo, de apertá-lo (por vezes até demais, temos sempre que ficar de olho!), de conversar com ele, de estar junto dele. Vira  e mexe você fala: "eu amo meu irmao", "nuninho, eu te adoro", "eu tô tao feliz de ter um irmao!",  "eu fiquei muito feliz que o nuno nasceu", e fica eufórico quando pode pegá-lo no colo.

Até agora, uma única vez você soltou um: "Mamãe, eu não quero mais ter neném!" Nuno devia ter uns quinze dias, eu estava com você no banheiro e não entendi direito... Perguntei: "Você não quer mais SER neném?" E você: "Eu não quero mais TER neném!" Puxei conversa: "Ah, é? E porque filho?" A resposta estava na ponta da língua: "ah, mamãe, ele não sabe falar, não sabe comer, não sabe fazer nada..." Continuei a conversa dizendo que neném era assim mesmo, que você também já tinha sido assim, e que logo ele iria começar a aprender muitas coisas, que a gente ia ter que ensinar... Desde então, você ficou todo animado, querendo ver em cada gesto do Nuno um novo aprendizado: se ele faz algum som, você se empolga - "ele tá falando comigo"; se ele mexe o bracinho e  toca em você ou em algum brinquedo, ele está te fazendo carinho (ou te batendo, rá!) ou tentando pegar o brinquedo; se você põe algo na mão dele e ele agarra, você se anima dizendo que ele está aprendendo a segurar... E quando ele começou a sorrir, então! Cada movimento de boca do Nuno é um sorriso para você... e quem sabe não é, mesmo?


Nós temos tentado garantir seu espaço, nossos momentos só com você, nossos tempos de brincadeiras, de histórias, de passeios, mas, inevitavelmente, está tudo bem diferente de como era há até um mês e meio atrás, e você sabe disso, você sente isso, nós sentimos também. E se isso pode ser sentido como uma perda, outros ganhos já se deram e muitos ainda estão por vir, pode ter certeza. Vai ter ciúme, vai ter briga, ô se vai. Mas ter um irmão é bom demais, você vai ver. Só que isso  já é assunto pra outra carta.

A gente te ama muito, filho, e estamos muito felizes em ver sua transformação em "irmão mais velho". Aos poucos eu vou contando pra você desse processo, pra que você possa saber como foi, quando ficar mais velho (porque eu mesma não lembro nadinha de como foi ganhar uma e depois outra irmã, e a vovó também já esqueceu de quase tudo...), pois acho que esse será um momento decisivo na constituição de sua personalidade. Palpite de mãe.


Beijo grande,

mamãe

segunda-feira, 27 de junho de 2011

1 MÊS DE NUNO! (DA SÉRIE: NOSSA NOVA REALIDADE)

Pois é, Nuno já completou um mês!! Quase um mês e meio, pra ser mais precisa. Um período intenso, de muitas novidades, transformações... ao mesmo tempo em que parece que foi uma eternidade, devido à quantidade de emoções e situações vivenciadas, também passou tãoooo rápido.....


Foi um mês de adaptação total de todos nós, afinal, nossa familinha está tomando uma nova configuração! A transformação mais intensa certamente foi vivida por Caio, que deixou de ser filho único pra virar irmão mais velho, mas eu e Dani também passamos a ser pais de dois e, novamente, de um recém-nascido! Todas as rotinas, os esquemas, os acordos, os horários, as prioridades  construídas arduamente ao longo desses 3 anos como pais precisaram ser revistas (ainda estão sendo!) para nos ajustarmos a essa nova (deliciosa e trabalhosa) realidade familiar.

Nos primeiros quinze dias contamos (novamente) com a ajuda inestimável da minha mãe, a super vovó. Só que dessa vez foi bem diferente de quando ela veio nos ajudar após o nascimento do Caio. Se daquela vez a prioridade era nos apoiar com a casa, a comida, as roupinhas (e cuidar de mim!!), dessa vez a prioridade foi o Caio, nos ajudar a dar atenção a ele, a fazer sua adaptação ser mais suave. Claro que ela também deu uma super força com a comida e a louça (e dá-lhe louça), além de ajudar a dar um trato na casa quando a ajudante não vinha, mas essa não era a prioridade. Outra diferença é que, da primeira vez, ela ficou um mês ou até mais conosco (inclusive porque eu estava em processo de troca de ajudante em casa) e, dessa vez, por já ter uma ajudante "pau-pereira" e por já sermos pais de segunda, quinze dias foram suficientes pra ajudar a reequilibrar a rotina. 

Além da minha mãe, então, contei com nossa ajudante que vem 2 vezes por semana e que também teve que se reorganizar pra nos ajudar na nova rotina, agora com muito mais roupas sujas... No começo, não deu pra ela continuar preparando a comida (e aí entrou a super vovó), mas agora a faxina está um pouco mais geralzona, priorizamos sempre a lavagem das roupas do Nuno e do Caio, e ela vai dando conta do recado. A ideia é nos estruturarmos pra ter a ajuda dela 3 vezes por semana em breve, o que seria bem bom.

Dani ficou uns 10 dias de licença (apesar de ser autônomo), curtindo a chegada do filhote, cozinhando e lavando muita louça, montando seu novo aquário, bebemorando bastante, e se injuriando porque quase ninguém vem visitar nas primeiras semanas (concordo com ele, já até fiz um post mental sobre isso, e se der qualquer hora o transformo em um post real! #blogueiradoida). Dani é pai pra toda obra: primeiros banhos, fraldas com mecônio-graxa-plus, fraldas da madrugada... é tudo com ele. Dessa vez ele se liberou rapidinho das fraldas da madruga (com o Caio a funça foi, em geral, TODA dele) porque Caio tem acordado de madrugada (pois é), e ele vai atender o pequeno. Além disso, ele assumiu o Caio pela manhã, levar e buscar na escola e tals (agora já tenho ido algumas vezes novamente, é uma boa desculpa pra sair de casa um poquito, rá!), além de tooodas as compras pra casa. Mas a gente sempre quer mais, né? Tô sempre no pé dele: faz isso, faz aquilo, você esqueceu isso, você não me dá atenção, vai brincar com seu filho..... (calo de mãe, conhece? chaaaaaaaata...).

 

Caio viveu esse período tão intensamente como nós, ou até mais. Além de ter assistido ao final do parto, ajudado a dar o primeiro banho, enfim, curtido os primeiros momentos do Nuno bem de perto, ele passou todos os primeiros quinze dias após o parto em casa, sem ir pra escolinha. Na verdade,  no meio desse período, foi apenas um dia, pra matar a saudade dos amigos e contar a novidade, mas depois não quis ir e aproveitamos pra curtir muito todos juntos (até porque a vovó estava aqui pra ajudar). Assim que ela foi embora, fomos retomando a rotina do pequeno, que voltou pra escola sem crises (ele estava até com saudade). Antes de ir ele sempre quer ver o irmão, dar beijo, e quando volta, a primeira coisa que ele pergunta é: cadê o Nuninho? Meu menininho se transformou MUITO nesse período, e quero registrar um pouco dessa transformação toda num próximo post.

Depois que minha mãe foi embora, Dani voltou à rotina de trabalho aos poucos, e Caio voltou pra escolinha, eu, muitas vezes, me senti muito sozinha durante o dia, ficando em casa só com o Nuno, na maior friaca (não dava nem pra dar uma saidinha no quintal). A Dani e a Carol falaram disso, e realmente é um período muito solitário (apesar de estarmos com o bebê). Conversamos e Dani se organizou pra trabalhar pelo menos 2 tardes por semana em casa. Foi ótimo. Além disso, com o Nuno um pouco maiorzinho, começamos a sair uns dias pra almoçar, fomos jantar fora um dia, enfim, pude espairecer um pouquinho (conto mais de mim também num próximo post). 

E o Nuno? Ele é bem sossegado. Quem conheceu o Caio pequenininho não acreditava que isso pudesse acontecer (e, pra falar a verdade, nem eu), mas parece que ele vai ser um bebê ainda mais tranquilo que o irmão! Mama super bem e só chora se estiver com fome ou com gases (marditos!). Dorme picadinho de dia, é verdade, mas de madrugada acorda só  uma vez pra mamar (fico cansadona, claro, mas me policio pra não ficar reclamando: mil vezes um bebê acordado de dia que de noite...). Adora dormir numa festinha (eba!), e já fomos a três eventos sociais (rá!): um casamento no campo, uma festa junina numa chácara e o chá de bebê da minha irmã (logo mais serei titia!).  Também  já fomos passear numas pracinhas e até num teatrinho no Sesc acompanhando o irmão. E semana passada fomos pela primeira vez na roda de mães organizada pela nossa parteira. Tá baladeiro esse bebê!!


Essa é uma grande diferença que eu tenho percebido do segundo filho: a vida continua, a rotina com o filho mais velho não pode ser simplesmente congelada, não dá pra entrar de cabeça na "fusão emocional" (Laura Gutman podia escrever mais sobre isso, seria lindo). Mas isso é assunto pra outro post. 

E viva o sling que me permite blogar com o Nuno nanando no aconchego do meu colo!!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

COMEÇOU A MALANDRAGEM

chamego no barrigão de quase 1 mês atrás
 
Eu e Caio deitados na cama, curtindo um papo e um chamego antes da historinha pra dormir. O bebê (a barriga) é o centro das atenções nos carinhos e conversas. De repente começo a sentir um cheirinho estranho, e pergunto:

- Ê filhote, tá soltando pum?

Ao que ele responde, na moral, sem pestanejar:

- Eu não, mamãe, é o bebê!

E caímos os dois na gargalhada. 

(Já pensaram quando nascer? Irmão mais novo sofre.... Rá!)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

MULHER BARRIGUDA QUE VAI TER MENINO...

Então, há quinze dias é oficial: vou ser mãe de meninos! Outro homenzinho cresce (loucamente) dentro do barrigão, como o Caio foi o primeiro a prever (eu acredito em intuição infantil!!! rá!). Ficamos super felizes e ele mais ainda, já fala de bola, skate e tudo o mais com a barriga (sem estereótipos, é verdade!!).

E foi justamente essa reflexão que me bateu quando oficializei a descoberta: que responsa ser mãe de dois meninos! Não que ser mãe de meninas não seja, pelo contrário, mas pra uma mulher criada com duas irmãs, cachorra, primas e amigas em maioria absoluta, esse é um desafio e tanto. Sem contar que, vamos combinar, o mundo podia estar mais recheado de homens bacanas e bem resolvidos, né não? Estou encarando como uma verdadeira missão!

Devo dizer que eu suspeitava que fosse menino (mais pela insistência do Caio, já que eu não tenho intuição gravídica, não tive em nenhuma das duas gravidezes - ô pluralzinho triste!), mas, no fundinho, até ficava na expectativa se não seria uma menina, porque embora o Dani curta horrores ser pai de menino, eu pensava que seria legal pra ele ter uma menina já que ele, ao contrário de mim, cresceu num universo beeem masculino (3 irmãos, só pra começar - um salve à minha brava sogra que criou 4 HOMENS! sem falar nos cachorros e gatos...). Pensava que seria demais ele ter esse outro tipo contato com o universo feminino, em detalhes e profundidade que nenhum outro relacionamento poderia proporcionar. Mas, veio o meninão, ele ficou radiante, e eu até cheguei à conclusão que talvez ele não tivesse muita paciência pra aturar certas idiossincrasias do universo feminino tããão de perto, já que quatro mulheres berrando conversando animadamente do lado dele já são capazes de lhe tirar do sério... hohoho.

Mas o fato é que tenho pensado nisso. Ser mãe de menino tem sido uma descoberta maravilhosa (e por vezes difícil), e confesso que, até o momento, muito gratificante. Mas é um desafio cotidiano romper os estereótipos e lugares-comuns da nossa sociedade que quer nos ver criando "machinhos". E driblar nossos próprios preconceitos também, talvez aí resida o nó cego da coisa toda.

Caio segue livre pra curtir suas descobertas: de super-heróis a batons, de bolas e carrinhos a adereços de cabeça que ele tanto ama, de brincadeiras agitadas e até agressivas a carinhos delicados e gentilezas infinitas, de dirigir carros e motos e dar fim aos insetos a brincar de boneca,  de andar de skate a brincar de varrer a casa e de fazer comidinha. Mas sei que a base de uma formação de homens psicológica e afetivamente sadios vai muito além disso, e este é o grande desafio.

 mestre cuca corinthiano

Com certeza, nossa própria relação (minha e do Dani) com nossos maculinos/femininos será o principal guia desse processo. E nos trabalharmos, nos conhecermos, nos reconstruirmos como homem e mulher, pai e mãe será parte fundamental desse processo, já iniciado tão logo nos descobrimos grávidos de Caio e agora amplificado (pelo menos em mim, mulher barriguda e com hormônios à flor da pele), com a vinda de mais um meninão.

A Nau, blogueira querida que me inspira muito, falou lindamente em seus dois últimos posts, sobre ser mãe de meninas e sobre o se fazer cada vez mais mulher através das suas meninas. Por aqui os ventos são outros, mas o sentimento é o mesmo: nos fazermos mais inteiros pra formar homens - humanos - também inteiros, autênticos e felizes (outras reflexões sadiamente alimentadas pela Carol e pela Taís Vinha, que têm me cutucado deliciosamente). 

Mas que é inevitável  me imaginar entre uma pequena gangue de capoeiristas e corinthianos, lá isso é. Pero sin perder la ternura, jamás!

 meu menino, companheiro de todas as horas!

domingo, 23 de janeiro de 2011

DAS DELÍCIAS DE UMA SEGUNDA GRAVIDEZ


Caio está curtindo muito a gravidez e, principalmente, o barrigão. Todos os dias, em vários momentos, mas religiosamente quando acorda e antes de dormir, ele beija a barriga, faz carinho, conversa com "o nenê" ou "o irmãozinho", como ele fala (ele tem certeza que é menino), com a boca colada no meu umbigo saltado, e eu fico ali, curtindo, estimulando, me emocionando.

Essa coisa dele usar o umbigo como canal de comunicação com o bebê foi algo que me tocou desde o início, quando a barriga ainda era decorrência da falta de vergonha na cara exercícios: pra ele, o umbigo funciona como um microfone, um amplificador, o umbigo É o nenê, é o que materializa a coisa toda. Acho fascinante, pois, de certa forma, é mesmo, é o elo maior de conexão física entre mãe e bebê, e achei incrível essa captação instintiva do pequeno. Viagens de mãe-grávida, emotiva que só.

Daí que, outro dia, no meio de uma dessas sessões de carinhos, beijinhos e conversas sobre a barriga e "o nenê", ele solta: "depois o nosso nenê vai nascer, né, mamãe?" Mas, antes que eu pudesse responder, ele olha pra mim com carinha de dúvida e diz, meio que se corrigindo: "o SEU nenê...". Eu incentivo: "NOSSO nenê filho, é nosso sim!"

E ele, todo feliz, repete, seguro de si: "é o nosso nenê, o nosso nenê!" E beija a barriga até não poder mais, enquanto eu me delicio, emocionada.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DA SÉRIE: A BARRIGA

Hoje começou uma nova ajudante aqui em casa (alô, guiness, vou bater o recorde). E ela é conversadeira na medida, gostei. Então ela perguntou:

- de quantos meses você tá grávida, mesmo?

- acho que tô de uns dois.

- nossa, e a barriga já tá grande, né? (sinceridade é tudo, gente)

- é... (risos) ela já tava grande antes... (eu tava de bom humor, nem me abalei)

- ah, é?

- mas acho que já tô entrando no terceiro. (ah, tá, agora tá explicado.)

Pelo menos de gorducha passei a grávida. Mas acho que vou começar a mentir sobre o tempo de gestação, pelo menos até entrar no quarto ou quinto mês. E ai de quem me desmentir.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PISTAS

Sono, muito sono. E fora de hora.

Fome, muita fome. E fora de hora.

Olfato superpoderoso, sentindo qualquer cheiro a kilômetros de distância.

Humor absolutamente instável, sujeito a chuvas e trovoadas.

Chororô incontrolável, qualquer beijo de novela ou propaganda de margarina me faz chorar.

Xixis constantes, principalmente no meio da noite.

Peito inchando e ficando doidinho.

Um leve enjôo, e uma baita azia.

Maridão enlouquecido, sem saber o que fazer.

Filhote dengoso, pressentindo algo no ar.



Ficou fácil, né: ESTOU GRÁVIDA DE NOVO!!!


Estou feliz, MUITO FELIZ, mas a ficha ainda não caiu direito. A idéia era engravidar até o fim do ano, mas foi tudo muito rápido. E esta gravidez já começou bem diferente: na anterior, eu demorei quase dois meses pra descobrir que estava grávida (menstruei grávida), não tive enjôos e - MUDANÇA FUNDAMENTAL - não tinha outro filho... Mas, enfim, ESTOU DE VOLTA AO TIME!!!


[E, apesar dos sintomas que me fizeram descobrir a gravidez não serem, digamos, tãããão agradáveis, sei que daqui há pouco vou estar me sentindo a deusa das deusas, cabelo lindo, pele linda, barrigão...... adorei estar grávida, e vou adorar de novo, tenho certeza. Mas os três primeiros meses são dose, principalmente no quesito barriga, ainda mais no segundo filho. Mas isso é assunto pra outro post...]