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sábado, 22 de agosto de 2009

MEU PEQUENO TIRANO



Uma das primeiras palavras, que o Caio aprendeu a falar foi "NÃO". Imagino que muitas crianças devem aprender rápido essa palavra: é fácil, sonora, e muito utilizada por nós, pais, mesmo que insconscientemente, quando as crianças começam a se aventurar pelos cantos pouco seguros ou menos permitidos para elas. No começo era aquela coisa bonitinha, meio sem nexo, sempre acompanhada do respectivo movimento de cabeça. Logo depois, ele começou a entender os momentos em que a palavra fazia sentido, e o "NÃO" passou a ser um grande desafio para ele, para demarcar seu espaço, para fazer valer sua vontade, para se comunicar de variadas maneiras conosco.

Agora, ele começa a explorar combinações de palavras, e a primeira expressão que ele soltou foi um sonoro "NÃO TÉ!" (tecla sap: não quero!). A gente não acreditou! Primeiro, porque é uma emoção ver um serzinho desse tamanho descobrindo as palavras, a comunicação verbal. Segundo, porque pensa bem, aquela criatura que até outro dia estava dentro da sua barriga, de repente vira pra você toda cheia de vontades, do alto de seus poucos centímetros, e já diz o que não quer!!! É fascinante.

De todo modo, o carinha é esperto. Antes que a gente comece pensar que ele estaria se transformando em um pequeno tirano, ele se redime: na época do "não", logo em seguida começou a falar mamã, papá e fofó, derretendo os corações que nem ligavam quando ele gritava NÃO em alto e bom som bem na hora da papinha...; e agora, coladinho ao "NÃO TÉ", o malandrinho começou a falar "BOITE" ("boa noite") antes de dormir e, outro dia, saiu correndo do quarto onde estava comigo, parou bem na frente do pai e gritou, todo carinhoso: "BO DIA" ("bom dia")!!! Não preciso nem dizer como a gente ficou, né?

Daí, que concluo: meu pequeno tem seus dias de tirano, sim, mas digamos que faz mais a linha populista... Rá!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

DIVERSIDADE CULTURAL


De uns tempos para cá Caio começou a falar algo que não sabíamos o que significava. Virava e mexia falava: "ai ou". No colo, "ai ou". Andando, "ai ou". Comendo, "ai ou". Mas, principalmente, batucando: "ai ooouuu", assim, bem comprido, com biquinho e tudo. Achamos que ele estava cantando, e comecei a tirar onda com ele, cantando uma música do Rappa que tem essa sonoridade "ai ôô êê ai ôô êê" (agora não lembro qual a música... dã). Ele olhava pra mim com cara de quem diz: "ai mãe, que ridícula, nada a ver". E nós achando bonitinho, mas sem entender direito.

Daí que outro dia fui buscar ele no "cantinho" onde ele passa as manhãs, na Fazenda Jatobá. E lá estava ele, com um pandeirinho na mão,
"ai ooouuu" para cá, "ai ooouuu" para lá. Comentei com a Aninha, pedagoga que cuida das crianças lá, que agora ele estava fazendo isso, e ela disse: "A Iaiá [Iara, amiguinha mais velha dele] acha que ele está cantando Hari Ohm [mantra indiano, eu acho]". Fiquei bege, como assim, meu bebê cantando "Hari Ohm"???

Aí caiu a ficha: o Jatobá é um centro de yoga, e as crianças tem uma vivência da prática toda semana, onde fazem posturas, cantam e tocam instrumentos. Mas o Caio era um bebê, até então não fazia nada, no máximo ficava brincando com os instrumentos. Só que o bebezinho está crescendo. E aprendeu a cantar "Hari Ohm". E, reparando melhor, tem feito uns movimentos corporais nunca antes vistos: de pé, abaixa a cabeça e olha pelo meio das pernas (para os iniciados, como que fazendo um adomuca), ou então deita com a barriguinha no chão e levanta o peito e a cabeça (lembrando a postura da cobra)... Meu bebê já é praticamente um yogue! rá!

O pai, capoeira angola, é que não está gostando muito da idéia. Apesar de achar bonitinho e tudo, ele diz - e eu concordo - que temos que passar para o Caio coisas com as quais nos identificamos, que fazem parte da nossa cultura. E, para falar a verdade, mesmo eu tendo praticado yoga durante toda a gestação, nenhum de nós sabe sequer o que siginifca Hari Ohm... Por outro lado, acho bacana o estímulo corporal e musical que a prática está dando a ele, e, embora eu tenha sido capoeira angola também, hoje estou mais para a yoga (não vejo a hora de minha mão sarar para poder voltar a praticar). Então, noves fora, mal não vai fazer esse aprendizado: fiquei até impressionada com a capacidade de aprender desses pequenos, o que um bom estímulo não faz! E, para contrabalançar, dá-lhe batucar e dançar sambas, cocos, cirandas, e outras referências culturais bem brasileiras em casa (às quais ele sempre responde com um ai oouuu.. rá!). E viva a diversidade cultural.



caminhando e cantando...


não sei virar o vídeo [vergonha]... mas dá para curtir o pequeno mesmo assim, né?)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

UM PASSO DE CADA VEZ



Hoje faz uma semana que Caio deu seus primeiros passinhos "conscientes" - olhou para um lugar decidido e foi. Ele vinha ensaiando há um tempo, até já tinha dado uns três ou quatro passinhos sozinho algumas vezes, mas sempre de forma distraída: bastava perceber que estava sem apoio (o que nossa euforia ao seu lado denunciava), para ele se assustar e sentar no chão, ou choramingar pedindo apoio.

Embora por um lado ele seja um menino bem arteiro, curioso, que se mete a fazer coisas de repente e está sempre nos surpreendendo (e às vezes nos assustando também, rá!), por outro, ele vem demonstrando ser uma pessoinha bastante cautelosa, que vai avançando nas suas descobertas a medida que se sente seguro e confiante: foi assim quando começou a engatinhar, foi assim quando aprendeu a subir - e depois descer - degraus, e foi assim agora, para aprender a andar.

Foi incrível acompanhar o processo dele até começar a andar. Diferente de muitas histórias que ouço mães contarem, de filhos que de uma hora para outra simplesmente "levantaram e andaram", a história dos primeiros passos do Caio foi sendo construída aos pouquinhos por ele. (E os pais nos bastidores, controlando a ansiedade, para deixar o pequeno seguir a seu tempo - ô tarefa difícil, mas muito recompensadora!).

Primeiro, o aprendizado de ficar de pé apoiando nos móveis, depois em qualquer superfície (paredes, batentes de porta, nossas pernas...), em seguida aprender a abaixar e levantar de novo apoiando em apenas uma das mãos e, por fim, uma conquista essencial: levantar sozinho, direto do chão, sem apoio nenhum. Esse momento foi marcante, comemoramos muito com ele! E, desde então, sempre que falávamos "Vai filho, de pé, sozinho!" o pequeno ficava todo contente, levantava, se equilibrava um tempinho e depois sentava, batendo palminhas e comemorando o feito.

Assim ficou um tempo, exercitando aos poucos seu equilíbrio em pé sem apoio. Paralelamente, começou a andar de ladinho apoiando nos móveis, paredes e o que mais aparecesse na sua frente. Daí para começar a empurrar uma cadeira tentando andar foi rapidinho, e virou uma nova diversão, que durou mais um bom tempo. Quando completou um ano ele estava nessa fase, e ganhou dos avós paternos um carrinho de empurrar que assumiu o lugar da cadeira, e que ele empurrava para lá e para cá. Até então, ele ainda estava bem durinho, dando aqueles passinhos de robô.

Foi quando ele começou a procurar nossa mão, pedindo - sem palavras - que o levássemos para andar. No início, agarrava bem forte as duas mãos e, se uma delas se soltasse, ele perdia o equilíbrio no ato. Andar ainda era um esforço, não um prazer. Em pouco tempo foi ganhando molejo, equilíbrio, segurança: uma mão só segurando na nossa já era suficiente, e o bichinho começou a tomar gosto pela coisa. Que delícia ouvir um resmunguinho, olhar para ele e ver aquela mãozinha estendida, como que dizendo "mamãe, vamos passear!". E bastava dar um dedinho para ele se levantar feliz da vida nos guiando pela casa ou pelo quintal afora, ainda cambaleante. Mas arriscar alguns passinhos sem apoio, nem pensar.

Permaneceu assim por mais um tempo, o suficiente para firmar completamente os passinhos: estava evidente, para nós, que ele já conseguiria andar sozinho (tanto que, como eu disse, ele até dava alguns passinhos sozinho, de forma quase inconsciente). Mas, apesar da vontade que ele demonstrava sentir de sair por aí andando junto com alguns amiguinhos mais velhos (chegando a ficar bravo algumas vezes por ter que acompanhá-los engatinhando, um barato!), ele tinha medo. Medo, claro!, perfeitamente compreensível, afinal, passar a dois apoios é uma mudança e tanto na vida de um bebê. E quando nos demos conta disso, entendi o meu papel de mãe nesse momento de desafio para o pequeno: passar segurança, mostrar que eu estava ali, que ele não estava sozinho.

Daí, que na quarta-feira passada resolvi ter uma conversa com ele. Falei sobre esse medo, disse que ele precisava tentar, que ele já estava super pronto para andar, que não precisava ter medo, porque eu estaria ali para ele se apoiar, se precisasse, patati patatá e... Não é que funcionou? No mesmo dia (não venham me dizer que foi coincidência), pouco tempo depois dessa conversa, estávamos - eu e a vovó Minês - brincando com o pequeno no quartinho dele. Ele de pé, brincando apoiado na estante de brinquedos, como ele adora ficar. Eu sentada no chão a poucos passos dele. Falei: "vem cá, filho", e ele veio, andando! Andando, na moral!!! Mamãe e vovó surtaram, claro. O papai, na cozinha, ficou com uma invejinha, eu acho (rá!). E aí o menino se achou: andou de novo até a vovó, fez uma onda para aumentar a expectativa dos babões de plantão e, então, olhou para o berço, sem ter ninguém por perto, e foi. Foi, sem nem olhar para trás. Novo surto coletivo. E desde esse dia tem sido um crescente - aí sim, muito rápido - dando cada vez mais passinhos, aumentando as distâncias, se libertando mais dos apoios e de nós. E hoje saquei que ele já está até preferindo, em alguns momentos, ir de um brinquedo a outro andando, e não mais engatinhando...

Então, esse post é para comemorar essa grande conquista do meu filhote. Sim, porque andar muda tudo na vida de um bebê, é o início da transição para virar um menininho, para ganhar mundo! Um novo olhar para tudo, mãos livres para fazer o que quiser, pés aptos para novas brincadeiras (como chutar bola e tudo o mais, que ele adora!), milhares de descobertas pela frente. E nós ali do ladinho, para o caso dele precisar de uma mãozinha...

Imagem: www.gettyimages.com.br

terça-feira, 7 de abril de 2009

TE AMO


Porque você mudou a minha vida, e eu nunca mais serei a mesma. Porque eu tomei um susto quando descobri você dentro de mim, e ao mesmo tempo senti a maior alegria que jamais imaginava existir. Porque eu aprendi tudo sobre gravidez e parto por sua causa, e me descobri mulher, fêmea, mamífera e, acima de tudo, mãe. Porque com você eu conheci as dores e as delícias de estar grávida, e curti cada momento em que você esteve aqui dentro. Porque no início eu ficava "tímida" e não conseguia conversar com "a barriga", e você foi aos poucos se comunicando comigo com chutes e socos, e eu comecei a cantar para você no chuveiro. Porque sentir você crescendo dentro de mim foi minha conexão maior e definitiva com o sagrado e o misterioso da vida e do mundo. Porque alimentar seu corpo e sua alma, dentro e fora da barriga, me fez prestar atenção no que eu ponho para dentro de mim, de alimentos a emoções, e me fez aprender que cuidar de mim - e do mundo - é também cuidar de você. Porque preparar e esperar sua chegada criou um laço ainda mais forte entre seu pai e eu, e nos deu o exato sentido de família e de ninho. Porque fazer escolhas para o seu nascimento - e conseguir concretizá-las - me fez sentir poderosa e fortaleceu imensamente minha auto-estima. Porque nós proporcionamos a você um nascimento digno, feliz e sem traumas e você nos proporcionou a maior - e mehor - experiência de nossas vidas. Porque sentir você nascendo de mim, te olhar, te tocar, te cheirar e te beijar pela primeira vez foram sensações que jamais esquecerei, e que me enchem os olhos de lágrimas a cada lembrança. Porque vivenciar seu nascimento no aconchego do nosso ninho e presenciar seu pai cortando nosso primeiro elo foi algo mágico e repleto de significados para nós. Porque ter você aninhado em meu colo, sugando o meu peito já nos primeiros minutos de vida criou entres uma ligação profunda, intensa e - quero crer - eterna. Porque amamentar você nos primeiros dias, nos primeiros meses e ao longo de todo este primeiro ano tem sido uma vivência única de amor, carinho, plenitude. Porque este contato corpo a corpo, pele a pele com você me faz reviver diariamente tantas emoções recém-descobertas, mesmo nos dias em que estou mais cansada. Porque ver você crescendo aqui fora e acompanhar suas descobertas e aprendizados cotidianos me enche de alegria e encantamento pela vida. Porque redescobrir o mundo com você, reconhecê-lo através de seus olhos me proporciona um prazer imensurável. Porque você me faz lembrar que brincar é bom demais, e que todos os dias e todas as coisas podem ser motivos para diversão. Porque você me faz olhar para meus pais de uma maneira que eu jamais tinha feito, passando a entender (mais de trinta anos depois) a intensidade do amor que eles sentem por mim. Porque você me faz ter vontade de me reconectar com minhas raízes, minha família, meus parentes, minha história. Porque você amplificou o amor que eu sinto por seu pai, e nos faz melhores não apenas como pais, mas também como casal. Porque você me faz chorar ao pensar em tudo isso, por muito mais que faz por mim e por tudo que ainda está por vir: TE AMO.

FELIZ PRIMEIRO ANIVERSÁRIO, FILHO!


segunda-feira, 16 de março de 2009

NOVAS CURTIÇÕES (ou VIRANDO MENININHO)



folheando o livrinho sozinho!



passeando de bike com o papis...



e na motica nova - presente antecipado dos avós!

DESCOBRINDO A IMENSIDÃO



Receio. Tato, primeiro, para ter certeza. Depois, todos os sentidos descobrindo texturas, sons, cheiros, temperaturas, cores, paladares. Brincadeira. Começa a arriscar ir um pouco mais longe. Aventura. Se joga na interação com outras crianças. Medo. O mar ainda é grande demais. Paciência, segurança. Mão na mão, olho no olho. Colo. Aproximação vagarosa. Um pé. Outro pé. As ondas já não assustam tanto. E o mundo ganha outra dimensão.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A DESCOBERTA DAS PALAVRAS



Depois de uma das vovós ter ouvido Caio falar fó-fó sem mais nenhuma testemunha por perto, agora é pra valer: neste final de semana o bichinho realmente aprendeu a falar vovó!!! Foi tão de repente, que eu e Dani ficamos nos olhando que nem bestas: "ele falou mesmo? você ouviu o que eu ouvi?" Mas ele falou mesmo! Agora, quase sempre que falamos vovó, ele repete: fó-fó! E não é delírio de pais, não, nós temos testemunhas: a avó paterna e, se ela não valer, temos também a Ivonete, nossa querida ajudante aqui de casa. Então, é isso: fó-fó está entre as primeiras palavras do pequeno, e as vovós podem sair por aí se gabando disso.


Mas o fato é que o figurinha tá numa super fase de descoberta das palavras: cada coisa que a gente fala ele fica nos olhando, olhando para nossa boca, parece que tentando entender como aquele som sai da nossa boca daquele jeito. E aí quando a palavra não é muito difícil, ou quando a gente fala bem pausadamente pra ele aprender ("o-lha o pei-xe fi-lho, a-que-le é o pei-xe" e repetimos "pei-xe" umas doze vezes seguidas), ele fica ensaiando sons: pesssss, ishshshi e por aí vai. E a gente vibra: "falou peixe, você viu, falou peixe!!!". Dã.

Então, até o momento as experiências do Caio com as palavras estão assim (e aconteceram mais ou menos nessa ordem):

mã-mã = mamãe (mamá, né...)
pá-pá (ou bá-bá) = papai
áuá = água
au-au = adivinhem!
fó-fó = vovó
pesss (ou ishshshi) = peixe

Agora, nem adianta querer fazer bonito por aí e ficar pedindo pra ele repetir as tais palavras: meu bebê ariano só fala quando quer, que fique bem claro. Então, não tem muito jeito, vocês vão ter que acreditar que isso não é delírio de mãe babona, e torcer pra ele resolver falar quando estiverem por perto...

Imagem: www.gettyimages.com.br

domingo, 8 de fevereiro de 2009

COISA DE MENINO



Eu não acredito nessa de que certas coisas são para meninos e outras para meninas. Acho que o que vale é o estilo de cada família, as experiências que são proporcionadas de acordo com as vivências cotidianas da criança: se a dança é algo presente em uma família, tanto uma menina como um menino serão incentivados direta ou indiretamente a dançar, já se o futebol for uma paixão dos pais, filhos ou filhas provavelmente se envolverão com a pelota.

Mas não há como negar que certos brinquedos e brincadeiras exercem verdadeiro fascínio em meninos nos quatro cantos do país, quiçá do mundo, e com o Caio não seria diferente: nas últimas semanas o bichinho aprendeu, de uma só tacada, a brincar de bola e de carrinho, pode?

Primeiro foi a bola. Ele já vinha buscando novos usos para uma bolinha de pelúcia que ele tem desde recém-nacido, quando "roubamos" uma bola de borracha da casa dos meus pais - o menino literalmente pirou! Tentava colocar a bola na boca, como a outra, mas não dava, e tudo que ele tentava fazer com a bola, ela escapulia, correndo pelo chão. Aí a brincadeira passou a ser fazer a bola rolar para lá e para cá. Até que a mamãe resolveu participar da brincadeira, e começou a jogar bola com o pequeno. No começo, eu jogava e ele ficava me olhando, pegava a bola, não entendia direito qual era a idéia. Mas bastaram algumas vezes pro safado gostar da brincadeira, e ir aprendendo - do seu jeito - a devolver a bola para mim. E cada vez que ele conseguia, eu comemorava com palmas e elogios. Resultado: além de aprender a associar a palavra BOLA ao objeto, agora ele pega a bola e já sai jogando para mim e, quando dá certo, ele mesmo comemora com palminhas! Fofíssimo.

O carrinho veio depois, há poucos dias. Até então ele não ligava muito para eles, que não serviam para colocar na boca, nem fazer barulho ao chacoalhar, eita brinquedo inútil! Mas aí descobriu - sozinho! - que mexendo com a mão o carrinho no chão ele se movia pra lá e pra cá, pra lá e pra cá. Adorou, claro! Bastava ver um carrinho que ele começava: pra lá e pra cá, pra lá e pra cá. Daí, quando percebeu que podia brincar de carrinho com mais alguém, como já fazia com a bola, foi a glória: jogava o carrinho em nossa direção e, quando acertava, mais comemoração com palminhas. E eu e o pai que nem bobos, rindo a cada movimento do menino, maravilhados!

Coisa linda acompanhar de perto e estimular essas descobertas tão simples, mas tão importantes pros pequenos. Não troco isso por nada.

domingo, 7 de dezembro de 2008

EM TEMPO


Queridos (as),
esqueci de contar, quando falei das novidades do pequeno, que o bichinho já atende pelo nome!!! Chamamos "Caio" e ele já nos olha prontamente, começando a identificar-se com o nome... E foi assim, de repente, também...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

MOMENTO DE MUITAS NOVIDADES



Caio está a mil. Uma novidade atrás da outra. Descobertas. Primeira vez de muita coisa. E eu doida para postar todas aqui, para os vovôs e titias acompanharem, mas o fim do ano está puxado. Sempre foi assim por aqui, mas agora com o filhote a coisa apertou. Mas até que estamos nos saindo bem... eu acho...

Vamos às novidades:
  • Caio já está com dois dentinhos!! E agora estão bem visíveis, só não consegui fotografar ainda... Agora já sabemos identificar melhor quando eles estão chegando: o bichinho fica irritadiço, resmungão, come menos, acorda mais à noite, não tira a mão da boca (a dele ou a nossa...), fica com o nariz encatarrado e aparecem uns gânglios no pescoço (ô dó!). Mas pelo menos não tem febre e outras reações mais desgradáveis... E logo passa, assim que o dente rompe a gengiva, antes mesmo de conseguirmos visualizá-lo, Caio já volta a ser a delícia de sempre!
  • Depois que o segundo dente rompeu a gengiva, com dicas bacanas das "tias" Lúcia e Lu e a perseverança do papai, Caio finalmente começou a comer de verdade!!! Agora o bichinho até avança na colher, principalmente quando é a papinha da mama!!! Já dá para imaginar minha alegria e meu alívio, né? A única coisa que ele ainda não curte mesmo é o suco de laranja lima... Maçã também não é lá essas coisas. Mas mamão, banana e pêra ele já está mandando ver. E, nas papinhas, já experimentou mandioca, mandioquinha, abóbora (três coisas que ele amou!), abobrinha, chuchu (não gostou muito, não), cenoura, batata, vagem, brócolis e couve... já está bom, né!! Ah, e detalhe, está comendo também - e muito bem - com a mamãe!!! E o mamá fica de sobremesa, eba!!!
  • Ainda no tema alimentação, essa semana ele começou a comer papinha também na janta, e foi sucesso total. Coincidência ou não, depois que introduzimos a janta ele voltou a dormir super bem, como há algum tempo não fazia. Descanso merecido para a mamãe aqui...
  • Ele já consegue engatinhar um passo por vez... passou do estágio de se arrastar para trás, começou a rodar 360 graus, aí conseguiu ficar apoiado de quatro sem despencar, e disso passou a dar os primeiros impulsos para frente: dá um, cai e se arrasta de barriga para frente, daí fica de quatro de novo, dá um novo impulso, cai e se arrasta... e assim já consegue chegar onde quer!!!
  • Essa semana ele sentou sozinho pela primeira vez!!! E ninguém viu... ele estava no chão, se arrastando para lá e para cá, e de repente, quando olhei, ele estava sentado!!! Daí, quando olhei de novo, já estava se arrastando novamente. Estávamos na casa da Magá com a Rê e os respectivos filhotes, e foi uma comemoração só! Na verdade foi um belo susto, porque até esse dia ele só sentava com nossa ajuda, ele até se equilibrava, ficava firme, mas não conseguia sentar e nem sair da posição sozinho. Está ficando muito independente esse menino...
  • E, para completar, essa semana a mamãe limpou a primeira remela do pequeno! O bebê está virando um menininho...
Ufa!! Quanta coisa... Sem contar que está um tagarela, e ainda por cima cantor e batuqueiro!!! Quem aguenta??

Deu para sentir o que estão perdendo??? ; )

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ESPECIAL PARA O PAPAI




... para dar água na boca do papai que está longe, imagens do pequeno que começa a descobrir o mundo com suas próprias pernas ...