segunda-feira, 16 de abril de 2012
DA SÉRIE: COISAS DE QUE NÃO ME ORGULHO COMO MÃE (1 de infinitas)
sexta-feira, 6 de abril de 2012
4 anos

Há quatro anos atrás, nesse exato momento, eu tinha acabado de ter uma crise de choro insana e um mega piti com o marido, após um dia todo lavando roupinhas de bebê e arrumando a casa. E contava para a única pessoa da minha família (minha irmã do meio) que teria meu filho em casa, liberando um peso do meu coração. Poucas horas depois, entrava em trabalho de parto, como já contei aqui, e no dia 07 de abril nascíamos todos: mãe, pai e filho.
domingo, 20 de novembro de 2011
MOMENTOS HISTÓRICOS (e update do sorteio)
domingo, 30 de outubro de 2011
INSPIRAÇÃO

(colo e asas, difícil equação!)
(de alegria e de culpa, porque não dizer?)
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
A VOLTA
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A PRIMEIRA VIAGEM E OS DIÁLOGOS INTERNOS
| todo dia, depois da praia, a soneca no sofá... |
terça-feira, 12 de julho de 2011
MÃE DE DOIS: PRIMEIRAS CENAS
terça-feira, 5 de julho de 2011
SER MÃE DÓI
quinta-feira, 30 de junho de 2011
APRENDENDO A SER IRMÃO MAIS VELHO
Eu também sou a irmã mais velha, filho, das suas duas tias queridas, mas só agora, vendo seu processo, é que compreendi que tranformar-se em irmão mais velho exige todo um aprendizado, leva tempo, tem momentos muito alegres, mas pode também ser um tanto doloridinho... E está sendo tão bonito acompanhar os seus primeiros passos nesse caminho, filho!
Mas com o Nuno, de modo geral, tem prevalecido seu carinho, sua vontade de vê-lo, de pegá-lo, de beijá-lo, de apertá-lo (por vezes até demais, temos sempre que ficar de olho!), de conversar com ele, de estar junto dele. Vira e mexe você fala: "eu amo meu irmao", "nuninho, eu te adoro", "eu tô tao feliz de ter um irmao!", "eu fiquei muito feliz que o nuno nasceu", e fica eufórico quando pode pegá-lo no colo.
Nós temos tentado garantir seu espaço, nossos momentos só com você, nossos tempos de brincadeiras, de histórias, de passeios, mas, inevitavelmente, está tudo bem diferente de como era há até um mês e meio atrás, e você sabe disso, você sente isso, nós sentimos também. E se isso pode ser sentido como uma perda, outros ganhos já se deram e muitos ainda estão por vir, pode ter certeza. Vai ter ciúme, vai ter briga, ô se vai. Mas ter um irmão é bom demais, você vai ver. Só que isso já é assunto pra outra carta.
Beijo grande,
terça-feira, 10 de maio de 2011
DOS MOMENTOS QUE MERECEM SER REGISTRADOS
quarta-feira, 27 de abril de 2011
COMEÇOU A MALANDRAGEM
| chamego no barrigão de quase 1 mês atrás |
- Eu não, mamãe, é o bebê!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
HISTORINHAS PRA MÃE DORMIR... MENOS NOIADA
domingo, 19 de setembro de 2010
FILHO DE PEIXE...
Um belo dia, estava eu no escritório de casa, Caio apareceu, me olhou, mexeu na estante e saiu quietinho. Em seguida, um longo silêncio. Tão longo que, como toda mãe, logo desconfiei, e fui atrás dele pela casa. E eis que encontro o pequeno refastelado no sofá, admirando um livro de obras do Gaudi........... Pirei, é claro - ADORO GAUDI - e corri para registrar esse momento:
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
DEPOIS DA CHUVA
Beijei, beijei, beijei. Apertei, sufoquei, melei. Coisa chata é mãe com saudade, não? Lambi a cria mesmo, até gastar. E repeti trocentas vezes "eu te amo", em milhares de variações: "mamãe te ama, viu, filhote?", "te amo gatinho", "te amo muito, filho", "mamãe te ama demais", e por aí afora, sempre seguido de beijos estalados e abraços de urso. Chata, chatíssima.
Mas... lá pela segunda ou terceira declaração de amor da mãe babona, o pequeno olha bem pra mim, nós dois deitados na cama, e repete: "te ama, mamãe?" "É filho, mamãe te ama, te ama muito". Ele: "te ama?" "Isso filho, EU-TE-AMO". Ele: "eu te amo também".................................................................................................................. M-O-R-R-I, apesar de saber que era apenas o bom e velho aprendizado pela repetição. Dormi feliz.
No dia seguinte, estou no banheiro e ele vem, todo faceiro: "mamãe!!" Olha bem pra mim, direciona um olhar apaixonado e diz, todo sincero: "Eu te amo, MAMÁ!", tascando as mãozinhas nos ditos cujos. Rá!!!! Dessa vez morri também, só que de rir. Até na declaração de amor espontânea o mamá sai na frente! Rá!
Declarações de mãe grudenta rarefeitas, chega o dia do meu aniversário. E, de presente, ganho o meu primeiro "EU TE AMO, MAMÃEZINHA", totalmente espontâneo, com direito a carinho no rosto e olharzinho apaixonado. E os nove dias de saudade louca ganharam novo sentido. Bom demais.
domingo, 13 de junho de 2010
CAIO E A COPA

Caio ganhou da tia Sir, bem antes da copa, uma camiseta amarela com a bandeira do Brasil (lindinha!), e uma cornetinha verde e amarela, com uma bola de futebol no meio (meio pentelha, mas Caio curtiu taaaanto que até já quebrou, ufa!). O moleque pirou. Desde então, qualquer bandeirinha minúscula em etiqueta de roupa não passa batido: 'Basil, mamãe, Basil!'.
Outro dia, viu um logotipo do governo federal num livro e tascou: 'Basil, mamãe!' Achei estranho: 'nossa, será que ele leu isso?' Olhei mais de perto e, dentro de uma das letras, uma micro bandeira do Brasil que ele percebeu de longe.
Numa viagem recente, passamos em frente à cidade de Ibaté, que tem uma bandeira do Brasil na entrada, e ele gritou, eufórico: 'Olha uma toalha do Basil, mamãe, uma toalha do Basil!!!' Caí na risada: 'é bandeira, filho, é bandeira' .
Agora é copa pra cá, copa pra lá. Basil, basil, basil. E olha que eu nem tô tão nesse clima de copa, nem mesmo o pai, que é futeboleiro convicto. Mas já estou imaginando o que me espera nos próximos jogos do Brasil: um mini patriotinha de primeira viagem, pirando a cada vez que aparecer a bandeira verde e amarela. E dá pra escapar dessa overdose??? Eu também já fui criança, e me divertia à pampa nas copas. Então, bora juntar amigos e seus filhotes, estourar pipoca, enfeitar a casa, e fazer festa aos olhos do pequeno. E deixar a ranzinzice crítica sobre tudo o que há por detrás das copas pra quando ele for maiorzinho, né não?
sexta-feira, 12 de março de 2010
TEMPO DE MUDANÇAS
Filho, amanhã é nosso último dia na casinha onde você nasceu. Onde aprendeu a brincar, a engatinhar, a falar, a andar, a correr. A casa onde passamos sua gravidez, e seus dois primeiros - e deliciosos - anos. É, estamos de mudança. E não é uma mudança apenas física, de um espaço para outro: estamos indo para a NOSSA casa, projetada e construída para nós, dentro das nossas possibilidades atuais, pensando nos nossos sonhos de futuro, com a nossa cara, na qual seu pai dedicou toda energia dele. E, simbolicamente, estamos fazendo esta mudança a um mês de você completar dois anos. E junto com essa mudança tem tanta coisa acontecendo, filho, e você tá sentindo tudo isso, para o bem e para o mal. Já ouviu falar em inferno astral, querido? Dizem por aí que é um momento de virada, às vésperas de completarmos um ciclo de vida, em que acontece meio que uma catarse em nossa vida, para entrarmos numa nova fase (melhor, espera-se!). Pois acho que você tá vivendo seu primeiro inferno astral (e eu, por tabela): bateu a cabeça e tomou seu primeiro pontinho há quinze dias atrás; recebeu a notícia de que vai, possivelmente, mudar da escolinha onde você se adaptou tão bem (para outra tão boa quanto, e de graça!); acompanhou todos os preparativos para a mudança de casa, feita toda meio no sopetão; e, pra completar, na mesma semana da mudança pegou sua primeira gripe pra valer, com direito a febres altas, tosses encatarradas, noites mal-dormidas. Dureza, né, pitoco? Mas a mamãe tá aqui para te tranquilizar, e apelar para um ditado batido, mas de muita sabedoria: depois da tempestade (quase sempre) vem a bonança. E você já tá se recuperando da gripe, sem precisar de remédios, saindo com seu organismo fortalecido - e na semana que vem já estaremos dormindo na nossa casinha - e lá você vai curtir muitos bons momentos da sua vidinha que está apenas começando (alguns dos quais sei que vou M-O-R-R-E-R quando descobrir, mesmo tendo feito igualzinho) - e você vai ter um quarto lindo lá, com parede colorida e tudo - e daqui um mês você vai fazer dois anos, e vamos dar um jeito de comemorar na casa nova, mesmo no meio da bagunça, e vai ser a primeira de muitas festas lá - e como a casa é nova, todo mundo que você gosta vai vir visitar a gente, e você vai adorar mostrar sua casa , seu quarto e seu quintal novos pra eles - e nós vamos passear muito nas matinhas que rodeiam nosso novo bairro, e você vai se acabar de brincar na rua, como eu e seu pai fizemos na infância - e a escolinha nova também vai ser bem bacana, e você vai passar quatro anos da sua infância aprendendo muita coisa por lá - e você vai fazer novos amigos, e vai somar com os amiguinhos que você já tem, e é sempre muito bom ter uma turma de fora da escola, viu, filho! - e lá tem árvores, e dois parquinhos diferentes, e exposições feitas especialmente pra você e os amiguinhos que você vai fazer por lá - e depois, quando chegar a hora, você vai voltar pra essa outra escola que você tanto gostou, e vai poder curtir a experiência como se fosse a primeira vez, com novos olhos - e é tanta coisa boa que vai vir depois dessa tempestadezinha, filho, que você não vai nem se lembrar que ela existiu. Mas ela está te construindo, te fazendo um menininho forte e antenado, e será a primeira grande mudança da sua vida, bem no momento em que você se despede, a cada dia um pouquinho, daquele bebezinho que parece que ainda ontem saía de dentro de mim, para se tornar uma pessoinha independente, cheia de vontades, com tanta personalidade, tão seguro e ao mesmo tempo tão carinhoso e apegado a nós. Quanta coisa, né moleque? (e você me responderia: "muéque não, mamãe, é Taio!"). Pois te prepara que tua aventura está apenas começando, e, se depender de mim, ela será inesquecível.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
PEQUENO TIRADOR
Mas vamos ao que interessa: o Caio, claro. Tanta coisa em tão pouco tempo, queria ter conseguido registrar tudo aqui. O moleque tá figura. Desde que engoliu a pílula falante, o pequeno tá se achando. Tira com todo mundo.
Primeiro foi com meu pai. Os dois no jardim da casa dos meus pais. Vovô resolve fazer graça:
- Caio, olha o piu-piu!
- Pobinha (pombinha), vovô! (com cara de bravo, corrigindo meu pai)
Vovô fica passado.
No outro dia, o vovô começa a cantar a música preferida do momento para o netinho, que solta essa:
- Ah, não, vovô! Vovô não sabe!
Close no vovô com cara de tacho.
Eu sou o alvo preferido. Esses dias ele ficou meio doentinho e praticamente parou de comer almoço e janta. A mamãe tentando manter a calma e a paciência, tentando de tudo pra ele comer pelo menos um pouquinho.
- Quer isso, quer aquilo, quer aquilo outro?
E ele, com cara de "pára de me encher o saco, mãe", me manda essa:
- Taio (Caio) não té (quer) nada, mamãe. Não té nada.
E ponto.
Agora ele deu pra querer ser independente (nos momentos em que resolve desgrudar de mim... rá!). Eu estimulo: Caio já sabe fazer tal coisa sozinho! ou Agora o Caio vai aprender a fazer tal coisa sozinho! E assim vamos. Daí que resolvi ensinar o danado a descer da cadeirinha do carro sozinho (mais ou menos, viu, gente, aquele sozinho pra ele se achar, mesmo). Ele adorou, e vira e mexe quer descer sozinho (umas mil vezes seguida, vocês sabem como é, né?). E eu sempre fico naquela de querer ajudar, mas hoje levei ferro:
- Tai (sai) mamãe, não axuta (ajuda)! Télo (quero) sozinho.
Posso com isso???
E, pra finalizar, a tirada-mór, e nem precisou de palavras: logo de manhã, eu, cansadona, tomando meu café ainda de pijama. Lá vem ele, todo alegrinho, como se viesse me fazer um carinho (ele anda muuuuito carinhoso, delícia total). Vem com a mãozinha em direção a mim, e... "aaaaaaaaaaaai, filho!!!!". Apertou com gosto uma camada adiposa mais saliente daquilo que um dia foi sua primeira casa, e riu com a cara mais malandra que conseguiu fazer, como se dissesse: "mamãe, olha isso, coisa feia, vai se cuidar." M-O-R-R-I. Só não fui direto pra academia porque estou muito sem grana, mas o apertão pegou fundo. Eu tô lascada com esse menininho tirador.
domingo, 24 de janeiro de 2010
INICIAÇÃO AO FUTEBOL

**(tecla sap: "igual ao Júlio", do Cocoricó, a mais nova paixão do Caio, que, no último dvd que ele ganhou, vai ao estádio assistir um jogo de futebol com o avô).
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
MÃE-PIMENTÃO
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
AS BIRRAS E OS AVESTRUZES
Imagem retirada daqui.














