domingo, 20 de novembro de 2011
MOMENTOS HISTÓRICOS (e update do sorteio)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
APRENDENDO A SER IRMÃO MAIS VELHO
Eu também sou a irmã mais velha, filho, das suas duas tias queridas, mas só agora, vendo seu processo, é que compreendi que tranformar-se em irmão mais velho exige todo um aprendizado, leva tempo, tem momentos muito alegres, mas pode também ser um tanto doloridinho... E está sendo tão bonito acompanhar os seus primeiros passos nesse caminho, filho!
Mas com o Nuno, de modo geral, tem prevalecido seu carinho, sua vontade de vê-lo, de pegá-lo, de beijá-lo, de apertá-lo (por vezes até demais, temos sempre que ficar de olho!), de conversar com ele, de estar junto dele. Vira e mexe você fala: "eu amo meu irmao", "nuninho, eu te adoro", "eu tô tao feliz de ter um irmao!", "eu fiquei muito feliz que o nuno nasceu", e fica eufórico quando pode pegá-lo no colo.
Nós temos tentado garantir seu espaço, nossos momentos só com você, nossos tempos de brincadeiras, de histórias, de passeios, mas, inevitavelmente, está tudo bem diferente de como era há até um mês e meio atrás, e você sabe disso, você sente isso, nós sentimos também. E se isso pode ser sentido como uma perda, outros ganhos já se deram e muitos ainda estão por vir, pode ter certeza. Vai ter ciúme, vai ter briga, ô se vai. Mas ter um irmão é bom demais, você vai ver. Só que isso já é assunto pra outra carta.
Beijo grande,
segunda-feira, 30 de maio de 2011
COMO NASCEM AS COISAS (ou a pergunta que não quer calar)
domingo, 20 de fevereiro de 2011
HISTORINHAS PRA MÃE DORMIR... MENOS NOIADA
sábado, 20 de novembro de 2010
TRAVESSURA E POESIA NO COTIDIANO
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
PEQUENO TIRADOR
Mas vamos ao que interessa: o Caio, claro. Tanta coisa em tão pouco tempo, queria ter conseguido registrar tudo aqui. O moleque tá figura. Desde que engoliu a pílula falante, o pequeno tá se achando. Tira com todo mundo.
Primeiro foi com meu pai. Os dois no jardim da casa dos meus pais. Vovô resolve fazer graça:
- Caio, olha o piu-piu!
- Pobinha (pombinha), vovô! (com cara de bravo, corrigindo meu pai)
Vovô fica passado.
No outro dia, o vovô começa a cantar a música preferida do momento para o netinho, que solta essa:
- Ah, não, vovô! Vovô não sabe!
Close no vovô com cara de tacho.
Eu sou o alvo preferido. Esses dias ele ficou meio doentinho e praticamente parou de comer almoço e janta. A mamãe tentando manter a calma e a paciência, tentando de tudo pra ele comer pelo menos um pouquinho.
- Quer isso, quer aquilo, quer aquilo outro?
E ele, com cara de "pára de me encher o saco, mãe", me manda essa:
- Taio (Caio) não té (quer) nada, mamãe. Não té nada.
E ponto.
Agora ele deu pra querer ser independente (nos momentos em que resolve desgrudar de mim... rá!). Eu estimulo: Caio já sabe fazer tal coisa sozinho! ou Agora o Caio vai aprender a fazer tal coisa sozinho! E assim vamos. Daí que resolvi ensinar o danado a descer da cadeirinha do carro sozinho (mais ou menos, viu, gente, aquele sozinho pra ele se achar, mesmo). Ele adorou, e vira e mexe quer descer sozinho (umas mil vezes seguida, vocês sabem como é, né?). E eu sempre fico naquela de querer ajudar, mas hoje levei ferro:
- Tai (sai) mamãe, não axuta (ajuda)! Télo (quero) sozinho.
Posso com isso???
E, pra finalizar, a tirada-mór, e nem precisou de palavras: logo de manhã, eu, cansadona, tomando meu café ainda de pijama. Lá vem ele, todo alegrinho, como se viesse me fazer um carinho (ele anda muuuuito carinhoso, delícia total). Vem com a mãozinha em direção a mim, e... "aaaaaaaaaaaai, filho!!!!". Apertou com gosto uma camada adiposa mais saliente daquilo que um dia foi sua primeira casa, e riu com a cara mais malandra que conseguiu fazer, como se dissesse: "mamãe, olha isso, coisa feia, vai se cuidar." M-O-R-R-I. Só não fui direto pra academia porque estou muito sem grana, mas o apertão pegou fundo. Eu tô lascada com esse menininho tirador.








