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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DICAS DE VIAGEM PARA BONITO



Hoje estou no MMqD, falando sobre viagem com crianças! O destino: Bonito, no Mato Grosso do Sul.

Passem lá para conferir não só as minhas dicas, mas toda a seção de viagens do blog, que está sensacional.

Valeu meninas!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A PRIMEIRA VIAGEM E OS DIÁLOGOS INTERNOS


Nessas férias, fizemos nossa primeira viagem a 4. A primeira viagem do Nuno! (sem contar a primeira ida pra casa da vó, que mora numa cidade bem pertinho daqui). Com Caio, fizemos nossa primeira viagem pra valer quando ele estava perto de completar 4 meses, quando fomos pra Bonito - MS (quase 14 hs de viagem!! mas foi uma delícia e já voltamos muitas vezes). Mas Nuno ainda não tinha nem 2 meses...

Mesmo assim, me enchi de coragem e topei irmos pra praia! Afinal, Caio estava de férias, marido conseguiu tirar uns dias também e, se ficássemos por aqui, sei bem que ele não iria se desvencilhar do trabalho (vida de autônomo, minha gente...).

De cara, adorei a ideia: seria bom passear, respirar novos ares, curtir um passeio em família. Além do mais, iríamos pro Guarujá, e não pra Ilha Grande (infelizmente... hehe), ou seja, teríamos infra à disposição. Mas depois, caí na real: praia com um bebê de menos de 2 meses? praia com uma pança mole dessas? e se fizer frio? e se chover? nós 4 sozinhos num apartamentozinho? E assim começaram meus diálogos internos, já antes de sairmos de São Carlos.

Decidida pela viagem, a primeira providência: comprar um maiô (porque biquíni não tô podendo....)! Rá! Segunda providência: listar TU-DO que eu poderia precisar na viagem com um bebê, pra não ficar na mão por lá. Terceira providência: pesquisar sobre passeios alternativos no Guarujá pra fazer com um menininho de 3 anos caso não desse pra pegar praia (afinal, estamos no inverno...). 

Demos sorte. O tempo ajudou e conseguimos pegar praia todos os dias. No primeiro dia, eu me senti um tanto estranha: estando lá, pé na areia, o diálogo interno só aumentou... De um lado, a "mãe descolada", se achando o máximo por ter conseguido içar âncora e viajar com um bebê a tiracolo. De outro, a "mãe noiada", se achando uma alucinada de levar um bebê tão pequeno pra praia, cheia de areia, de germes, com sol, com vento... Achava que todos estavam me olhando e comentando: "aquela doida, com um bebezinho desses na praia!" Rá!


Os dias foram passando e os diálogos internos prosseguiam. "Ai, que delícia estar na praia, amamentando meu filhote", pensava a mãe descolada. "Nossa, como vou dar de mamar com esse maiô molhado e o peito salgado?", atravessava a mãe noiada. "Hum, que brisa gostosa pra passear e levar o Caio pra andar de motoca", pensava uma. "Ai, será que não tá frio demais pra sair com um bebezico desses", cutucava a outra. 

 
só ele correu, viu, gente! que eu não queria assustar os banhistas...

Mas, no fim, a mãe descolada venceu. Os dias foram ótimos, todos nos divertimos muito, Caio pirou no mar, na areia, vendo a lua cheia, passeando de noite na beira da praia... Eu e Dani conseguimos relaxar mesmo com os dois pequenos... E Nuno ficou totalmente sossegado, nos acompanhando em tudo, e até teve sua primeira noite inteirinha de sono (a única, mas tá valendo!). Sucesso total. A "mãe descolada" até convenceu o maridão de que nos saímos muito bem em nossa primeira viagem como pais de dois (e ainda mais com um bebezinho): a logística funcionou perfeitamente, não faltou nada, não tivemos imprevistos e só aproveitamos. 

todo dia, depois da praia, a soneca no sofá...

Foi tudo tão bom, que resolvi prolongar as férias do Caio. Ele falava assim: "minhas férias de viagem vão acabar, mas agora vêm as férias de casa, né?" E aqui estamos, curtindo os últimos dias de "férias de casa". Essas também merecem registro e, se der, conto num outro post...

Mas, e vocês, já viajaram com bebê pequeno? Como foi? Dicas??


sábado, 20 de novembro de 2010

TRAVESSURA E POESIA NO COTIDIANO


Duas historinhas de felicidade simples desta semana...

A TRAVESSURA


Fomos ao shopping, eu e Caio, comprar um presente pro papai. Coisa rara, raríssima, esse tipo de passeio aqui em casa. Combinei que iríamos comer, comprar o presente e só depois brincar nos carrinhos daquela infernal "brinquedolândia" ou sei lá qual o nome. Caio foi um fofo, apesar do primeiro impulso de disparar correndo em direção aos carrinhos, se comportou super bem, comeu, esperou pacientemente eu escolher o presente. Passou reto pelo papai noel: ele tem medo do velhinho e ponto, não há balinha que o convença (thanks god). E, finalmente, chegamos ao parquinho high tech.

Das outras poucas vezes que estivemos lá, ele sentava nos carrinhos e ficava se divertindo com a direção, eu não gastava um tostão. Numa última vez, com o pai, ele quis ir em um brinquedo que precisava pagar, mas estávamos de passagem, e o dissuadimos. Então, nesse dia, resolvi liberar: adquiri um cartão e coloquei créditos suficientes para 3 brinquedos (moderna a coisa, nem acreditei!).

Primeiro ele quis ir numa espécie de carrossel de carrinhos. Foi, curtiu, deu tchauzinho e logo ficou com medinho: o negócio girava muito rápido! Resmungou, a menina parou o brinquedo e, muito gentil, disse que ele poderia ir em outro sem pagar, me mostrou a piscina de bolinhas (que eu nem sabia que tinha). Caio não quis ir, preferiu o pula-pula, mas desde que eu entrasse com ele. Fiquei sentada numa plataforma ao lado da camona elástica, enquanto ele ia perdendo o medo de pular. Ele gostou tanto que quis ficar por três sessões, o que equivaleria a todo o crédito que nós tínhamos. Mas outra mocinha, também muito gentil, me cobrou apenas duas, dada a alegria do moleque.

Demos uma passadinha no bibi que ele tanto curte (e que é de graça) e consegui tirá-lo daquele espaço de fazer doidinhos. Parei numa vitrine para dar uma olhada, e ele descobriu, nos fundos da tal brinquedolândia, a piscina de bolinhas, e quis porque quis voltar. Pois voltamos, com a condição de que em seguida iríamos embora. Afinal, eu ainda tinha um crédito.

Quando fui tirar o sapato dele, a mocinha falou: pode entrar para colocar ele na piscina, você fica ali do lado. Maravilha, já que o Caio não gosta muito de ficar brincando sozinho e eu poderia ficar do lado de fora interagindo com ele. Mas, uma vez lá dentro, ele começou: "vem tá, mamãe, enta ati!, vem bintá tomigo!" E eu: "a mamãe não pode filho, sou muito grandona". Ele já tinha até se convencido, quando a mocinha falou: "Pode entrar com ele!"

Não acreditei: "Posso???" Ela confirmou. Não tive dúvidas, tirei o sapato e mergulhei, barrigão e tudo, na piscina de bolinhas!! Gente, era um sonho antigo, pensei que nunca ia realizar!!! Rá!! Caio quase pirou, né, brincar na piscina de bolinhas com a mamãe? Bom demais pra ser verdade! Ficamos um bom tempo ali nos esbaldando, mergulhando, nos jogando pra trás, jogando bolinhas pra cima, pura terapia anti-stress!!! Saí de lá livre-leve-solta, feliz da vida, e o filhote também. Uma bela compensação por aturar aquela barulheira eletrônica toda. E uma travessura pra ficar na memória.


POESIA



Caio entrou numa fase muito muito legal: agora que já domina suficientemente bem os códigos da linguagem falada, começou a articular idéias, criar histórias, inventar mundos. Está apenas começando, mas é maravilhoso, eu me encanto a cada dia. Como ontem, na pracinha onde fomos após a escolinha. Estávamos andando em direção à banca de revistas, de mãos dadas, quando ele me solta essa:

- Mamãe, olha, eu tô no mai!

E a mamãe, com toda sua adultice, não entendeu de cara: - No mar, filho???

- É, mamãe, no mai! Eu tô pulando a ondinhas!!!

Aí caiu minha ficha: a calçada era "estilo copacabana", grandes ondas de mosaico português. Caí na gargalhada, entrei na brincadeira com ele, e imaginei que Burle Marx ficaria orgulhoso do meu filhote. Mas não mais que eu. Rá!

terça-feira, 22 de junho de 2010

SOBREI...


Brinquedos em todos os cantos da casa. Quartinho vazio. Casa vazia. Choro. Lavo a louça, recolho o lixo, me despeço dos cachorros e ‘fujo’ para a casa dos meus pais, pelo menos por uns dias.

Ouço uma música infantil e choro. Vejo um menininho brincando e me emociono. Escuto um chorinho de fundo na hora de dormir e acho que estou ficando maluca.

É, não vai ser fácil ficar 9 dias sem o pequeno. 9 dias!!! Ainda mais que, desta vez, ele foi e eu fiquei...

O jeito está sendo meter a cara no trabalho e, nas horas vagas, pegar um cineminha. Quem sabe até o fim da semana, se a gripe passar, tomo umas cervejinhas. Mas não dá para evitar ficar contando os dias esperando ele voltar: ainda faltam 4...

Alguém aí me entende??

domingo, 24 de janeiro de 2010

INICIAÇÃO AO FUTEBOL



Filho, hoje teu pai te levou ao estádio pra ver o Coringão pela primeira vez! Tudo bem que é um jogo no interior, num estádio menor, mas eu tô aqui, assim, meio aflita. Ainda mais porque o tempo tá meio chuvoso, seu pai tá sem celular... sei lá, coisa de mãe. Mas era um sonho antigo do teu pai te levar pra ver um jogo, eu sempre era meio contra, mas dessa vez deixei pra ele decidir. Ele ficou um pouco inseguro, primeira vez, né, filho, é sempre assim. E o vovô (que é são-paulino) ainda ficou apavorando, dizendo pra não levar... Mas no último minuto do segundo tempo ele perguntou se você queria, você estava todo animado, ele confirmou que o estádio era coberto e decidiu te levar, mesmo sabendo que isso poderia significar não ver direito o jogo ou ter que sair antes do final: pra um corintiano como o seu pai, isso é uma prova de amor e tanto, viu, filho! Ele saiu do carro afobado, porque já estava na hora do jogo começar, te tirou rapidinho (nem deu tempo de eu te dar um beijo e fazer mil recomendações a ele), colocou você no cangote, deu um tchauzinho e foi, feliz da vida. E eu, mesmo em dúvida sobre se esse era o melhor momento para você ter essa iniciação, fiquei feliz também vendo vocês indo juntos pro jogo, e apesar de aflita, estou aqui torcendo para que o Corinthians marque pelo menos um gol pra vocês comemorarem juntos, "idal o Xúlio"**, como você mesmo disse antes de sair do carro.

**(tecla sap: "igual ao Júlio", do Cocoricó, a mais nova paixão do Caio, que, no último dvd que ele ganhou, vai ao estádio assistir um jogo de futebol com o avô).

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A MÃE DO CAIO


banda mirim, proibida para maiores de 5 anos

Sábado, fim de tarde, festinha de 5 anos de uma amiguinha nossa. Fui sozinha com o Caio, Dani iria mais tarde. Cheguei carregando mil coisas: o Caio, minha bolsa, a bolsa dele, o presente... Passei o Caio para o colo do pai da aniversariante, que nos recebia e a mais outros dois casais. Caio quase pulou do colo dele para o chão, assim que viu a aniversariante. Nem olhou para trás, já saiu andando pela festa, olhando todos e se sentindo em casa. Todo metido.

Não tinham muitas crianças da idade dele, mas ele nem tchuns, acostumado que está a conviver com crianças de várias idades no
Cantinho da Criança Feliz. Em pouco tempo já estava enturmadíssimo, não apenas com as crianças, mas também com os adultos, que formaram uma espécie de "babá coletiva" do Caio durante a festa: alimentavam-no com milho, pão de queijo e pipoca; vigiavam quando ele passava correndo atrás das crianças mais velhas, para que ele não caísse; me procuravam quando acontecia algum incidente e eu não estava por perto; ficavam no chão brincando com ele... Eu bem que gostei, pude curtir a festa sossegada, conversar com os amigos... mas sempre ficando na retaguarda, de tempos em tempos espreitando as brincadeiras, para ver se estava tudo bem, oferecer água e comida, e fazer um chameguinho. E ele? 'Nem te ligo, mãe'!

Apenas em um momento de maior cansaço, depois de um tombinho, ele veio todo chamegoso querendo mamar: mamou 1 minuto e já saiu correndo do meu colo atrás da trupe de molecada que passava feito um furacão dentro da casa. Era muito engraçado observar: primeiro passavam os mais velhos, em seguida, coladinha a eles - e imitando tudo o que faziam - a turminha intermediária, e, meia hora depois, o Caio, todo faceiro. Um barato.


Ele virou uma atração na festa. Toda hora alguém vinha me perguntar: 'Ele é seu filho? Que bonitinho, tão sossegado, tão simpático!' Eu apenas sorria, pensando nas manhas e chatices que ele tinha me aprontado nos últimos dias, por conta do nascimento dos molares, e respondia: 'é, mas ele tem das suas, também'... Dali há pouco, mais alguém: 'ah, você é a mãe dele, nossa como ele é tranquilo!' E eu pensava, 'hã-hã, é porque não é seu, né'. Rá. Brincadeirinha. (Normalmente, eu iria fazer o maior coro nos elogios, que eu sou mega-ultra-coruja-assumida. Acontece que eu estava um bagaço, justamente porque a semana com ele tinha sido bem difícil... então, poupei os convidados da minha corujice...)

E assim foi, até nove da noite, quando praticamente "ejetamos" o Caio da festa, pois nós, pais, é que estávamos um prego. Na hora de ir embora, mais alguém comentou, 'ah, você é a mãe, que gracinha seu filho'! Foi quando me dei conta de que ali eu não era a Thaís, amiga dos donos da casa, arquiteta e urbanista, profissional respeitável (!) tentando voltar à ativa... Ali ninguém queria saber com quem eu era casada, ou de quem eu era filha... Ali eu era simplesmente "a mãe do Caio". E isso me rendeu boas risadas no dia seguinte.

domingo, 17 de maio de 2009

CINEMATERNA NO INTERIOR!



No final de semana passado fomos a Campinas, passar o dia das mães com minha sogra. E, folheando inocentemente o jornal de lá, qual não foi a minha surpresa ao encontrar uma matéria grande e bem bacana dedicada ao CineMaterna! Ao ler a matéria, outra surpresa: o projeto vai começar a acontecer em Campinas!

Fiquei muito feliz, pois já conhecia a idéia através das listas de discussão e de alguns blogs que acompanho, e sempre achei o máximo. Para quem nunca ouviu falar, CineMaterna são sessões de cinema para mães (pais e acompanhantes) com seus bebês de até 18 meses, seguidas de animados bate-papos em cafés próximos aos cinemas. As sessões têm som reduzido, trocadores na sala, luzes um pouco acesas, ar condicionado fraco e tapete de atividades em frente à tela. Os filmes são escolhidos pelo público através de enquete no site.

O mais interessante é que a proposta - que no ano passado virou uma associação sem fins lucrativos - surgiu da idéia de uma mãe de primeira viagem que, como boa cinéfila, sentia muita falta de ir ao cinema após o nascimento de seu primeiro filho. Articulando-se com outras mães através da net, a primeira sessão do CineMaterna aconteceu, há pouco mais de um ano, em São Paulo, como um programa alernativo que reuniu cerca de 10 mães com seus bebês entre 20 dias e 4 meses de idade. Desde então, muitas mães, pais e bebês aderiram a proposta, que conquistou parceiros e se expandiu para o Rio de Janeiro e agora para Campinas, promovendo sessões regulares nas três cidades.

As sessões do CineMaterna acontecem em São Paulo semanalmente no Espaço Unibanco Augusta (às terças-feiras), e quinzenalmente no Cinemark Market Place (quinta-feiras) e no Frei Caneca Unibanco Arteplex (sábados). No Rio de Janeiro, acontecem sempre às quintas-feiras, no Unibanco Arteplex Botafogo. E na mais nova cidade do projeto, Campinas, as sessões são quinzenais (às terças-feiras) no Cinemark Iguatemi.

Eu nunca fui, mas sempre tive vontade de ir, pois adoro cinema e só consegui voltar a ir recentemente, quase um ano depois do nascimento do Caio. Nos seus primeiros meses de vida, fomos ao teatro com ele no sling, foi super tranquilo e uma delícia sair um pouco da imersão mãe-bebê que vivi (e curti!) nesse período. Sempre ficava pensando que esse projeto podia vir para o interior, por isso minha alegria, que compartilho aqui com vocês. Quem sabe agora não fica mais fácil acontecer também no interior do interior... rá!

Para saber mais sobre o CineMaterna:
www.cinematerna.org.br
cinematerna.blogspot.com

Reportagem interessante, com depoimentos:
revistacrescer.globo.com

Projeto semelhante no México (o primeiro que conheci, antes de saber do CineMaterna):
www.desabafodemae.com.br
www.cinemex.com.mx

Projeto semelhante em Salvador:
www.cininar.blogspot.com
naubrincandodeblog.blogspot.com


Imagens: www.cinematerna.org.br

segunda-feira, 16 de março de 2009

DESCOBRINDO A IMENSIDÃO



Receio. Tato, primeiro, para ter certeza. Depois, todos os sentidos descobrindo texturas, sons, cheiros, temperaturas, cores, paladares. Brincadeira. Começa a arriscar ir um pouco mais longe. Aventura. Se joga na interação com outras crianças. Medo. O mar ainda é grande demais. Paciência, segurança. Mão na mão, olho no olho. Colo. Aproximação vagarosa. Um pé. Outro pé. As ondas já não assustam tanto. E o mundo ganha outra dimensão.

sábado, 14 de março de 2009

CARNAVAL?


Esse ano o carnaval passou batido para mim. Não vi nem na TV. Não sou muito fã mesmo (com exceção do carnaval do Recife), se tenho opção acabo indo curtir em alguma praia tranquila (o que é difícil nessa época), ou invento algum programa alternativo. Foi o que aconteceu esse ano: levamos o Caio para conhecer sua primeira cachoeira! E ele adorou, ô bichinho conectado com a natureza! Convidamos uns amigos e escolhemos uma cachoeira bem tranquila, fácil de descer, com espaço para lagartearmos um pouco e tranquila para o Caio entrar na água - exatamente a mesma cachoeira que eu visitei com Dani quando estava grávida, com um barrigão de quase oito meses. Foi muito mágico voltarmos lá quase um ano depois, agora levando o filhote do lado de fora da barriga. Uma verdadeira celebração, que para nós acabou sendo uma espécie de batizado íntimo do Caio, em pleno contato com a natureza, que acreditamos ser a materialização maior daquilo que nomeamos "Deus". Absolutamente na contra-mão do carnaval, bem a meu gosto.