quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

E QUANDO O PAPAI VIAJA...


E então ele foi e eu fiquei. Nós ficamos, porque "eu", assim, avulso, é algo um pouco distante da minha vida no momento. Depois de séééculos sem irmos pra Sampa, Dani está lá sozinho - e bancado, o mardito - a pretexto de trabalho... Rá! O fato é que o danado tá todo serelepe desde que começou a trabalhar com cultura digital, só viajando por esse brasilzão de meu deus: Brasília, Manaus, agora Sampa, e até me apresentou uma listinha de outras saidelas já programadas - E BANCADAS - até 2010! Posso com isso?

Tá. E como eu fico, se não temos babá nem escolinha (ainda)? Como faço para continuar trabalhando, comendo, tomando banho e otras cositas más??? É aí que entra em cena a super-vovó: aquela figura que pára tudo, larga todos e vem correndo passar uns dias paparicando o netinho (e a mamãe aqui também, ufa!). Não sei o que faríamos sem ela: eu não sobreviveria às viagens do Dani, e, consequentemente, ele não poderia mais viajar. Então, que nós dois acabamos ficando meio dependentes da vovó materna: bastou a coisa apertar por aqui, que a gente grita. E ela atende, o que é melhor! Vem cheia de mimos, comidinhas, docinhos (pula essa parte!), incorpora sua versão Amélia (que eu não conhecia, só fui descobrir depois que virei mãe, quando ela veio ficar os primeiros dias do Caio comigo e até geladeira limpou, afe!), e bota pra dar papinha, trocar fralda, dar banho, brincar, passear e, principalmente (e essa parte me traz problemas quando ela se vai), dar muuuuuito colo para o netão, que retribui com mil e uma estripulias, risadinhas, palminhas e até uns esboços de "fó-fó" (segundo ela disse, que isso eu ainda não vi... Rá!). Sem contar que, além de tudo, ainda faz almoço, janta, compras no sacolão, lava a louça e dá um trato na casa enquanto o bichinho dorme (não tô escravizando ninguém, não, ela que tem saracutico e não pára quieta um minuto!)... Enquanto isso, eu aproveito para tirar o atraso dos trabalhos - marco reuniões e mais reuniões - além de conseguir (aleluia!) dar um pulinho no salão de beleza para alguns tratinhos básicos que eu já estava quase esquecendo que existiam...

E isso porque ela nem mora na mesma cidade que nós, já pensou?

Daí que eu não consigo nem imaginar esse primeiro ano do Caio se ela não estivesse por perto. Então, só me resta agradecer, agradecer, agradecer: valeu, mãezona, por ser essa avó segura-as-pontas!!

3 comentários - clique aqui para comentar:

Ju disse...

olá, muito prazer!
e viva a vovó, sempre.
então, acho que você vai saber a hora de desmamar, viu? sei lá, para mim foi assim e foi tudo muito natural.
depois conto mais no blog.
beijos e volte sempre!

Anônimo disse...

A distância é dura pra quem tá longe também. Vai e vêm na memória a imagem do filhão e da mamãe. Por fim, a certeza que ele tá bem e até meio mimado, rsrsrsrs.
saudadee
Daniel

Minês disse...

Vó é pra isto mesmo: acocorar a ninhada, pelo menos enquanto a idade e o preparo físico permitirem. E o que é de gosto, regala a vida. O ônus para vocês é o Caio mimado, mas isso é com vocês... Beijos, beijos, beijos.