segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PRESENTE: A PANELA AMARELA DE ALICE



Demorou, mas finalmente consegui fazer o post sobre o primeiro presente para vocês! Quase no último dia do mês de aniversário do blog, mas tá valendo. O próximo presente vai ficar pra semana que vem, meio de aniverśario, meio de natal, tá? E garanto que vai ser tão legal quanto esse, podem apostar!

O primeiro presente que será sorteado é o delicioso livro A panela amarela de Alice, da Tatiana Damberg. Mais conhecida como Tatu, a autora, além de gastrônoma, é também mãe da Alice, uma fofura de 1 ano e meio, e do sítio gastronômico Mixirica ("plantado na rede desde 2002", como ela diz), um lugar muito bacana para quem, como eu, gosta de comidas e afins. Eu fiquei sabendo desse livro na época do lançamento, achei a idéia bárbara, depois vi o de uma amiga e me encantei. Aí, adquiri o meu exemplar, entrei em contato com a Tatu e propus o sorteio, ela e sua editora Camila (da Memória Visual) toparam e aqui vamos nós.

Comecemos pela capa: a ilustração da Jana Magalhães é uma coisa, e a estampinha da contracapa deu vontade de transformar em pano de fundo desse blog, de tão linda que é. O subtítulo do livro diz tudo: "memórias de cozinha e maternidade". Me ganhou na hora. O livro é bem isso, tem esse clima de memórias (memórias recentes, super à flor da pele) do aprendizado dos primeiros tempos como mãe, e, mais, como "mãe cozinheira". Achei que tinha tudo a ver comigo, com este blog e com vocês, que, tanto quanto eu, curtem trocar experiências de maternidade e, vez por outra, já passaram seus perrenques quando o assunto é a alimentação dos pequenos.

Generosamente, a Tatu compartilha conosco, nesse livro, seus caminhos como mãe, suas escolhas (pois, como ela mesmo diz e eu assino embaixo: "O seu jeito é o melhor que pode haver para o seu filho") e algumas das maneiras como ela foi introduzindo sua pequena ao maravilhoso mundo da BOA comida, munida dos princípios de que a comida do bebê pode, e deve, ser gostosa e de que nós, mamães (e/ou papais, vovós, titias, etc...) temos a "missão" - importantíssima! - de "moldar o paladar daquela pessoinha". Olha só que bacana o que ela diz:


"A variedade de texturas, cores e sabores na alimentação dos bebês é tão importante no desenvolvimento da inteligência dos pequenos quanto a descoberta das formas, das pessoas e dos animais ao seu redor, eu acho."


Eu também acho. E as receitas que ela nos oferece, "colher a colher", junto com sua própria história (como tão bem expressou, na orelha do livro, a chef Andrea Kaufmann), são a prova de que de muitos sabores, cores, texturas, cheiros e misturas pode se fazer o universo gastronômico (porque não?) de um bebê.


Mas, antes de falar um pouco mais das receitas (e deixar vocês com água na boca), falemos um tantinho ainda do livro, em si.
Apesar de ser super fluido e contínuo, eu meio que o li em 3 partes, e foi bacana lê-lo assim, porque fui fazendo os links com minha própria história...

A primeira, um quase-manifesto pela libertação gastronômica das grávidas e recém-paridas/lactantes, é bem divertida, com exceção da descrição da cesárea enfrentada pela autora que, apesar de muito bem humorada (aliás, o texto todo, além de bem escrito, é muito bem-humorado), apresenta a situação "nua e crua", (como poucas mulheres têm coragem de expôr, ainda mais se a intenção inicial era ter um parto normal) e me incomodou um pouco (pensando sobre o assunto, depois, acho que me incomodou sentir uma certa "naturalização" de procedimentos que eu considero desagradáveis no momento do parto, como piadinhas de anestesistas ou a separação imediata do bebê e da mãe)... Mas, o tema do livro é outro, e essa descrição dá a liga a esta "primeira parte" do livro, em que a Tatu nos conta como se transformou, de uma pessoa que não pensava em ter filhos, em uma mãe que não conseguia ficar longe da pequena por mais de uma hora, mesmo que fosse para comer todos os sashimis evitados a duras penas durante a gestação... Vejam bem se não é mesmo um manifesto com a qual todas nós, que já estivemos grávidas ou recém-paridas um dia, nos identificamos:

"Qual a graça de poder comer - de posse da melhor desculpa do mundo para isso - se não se pode aproveitar nada? Tudo faz mal e engorda durante a gravidez. Se todas as recomendações feitas por aí forem ser levadas em conta, as grávidas morrem de fome!"

"Junto com as cólicas do bebê veio a maldição da dieta da lactente. O pediatra dizia que eu podia comer tudo o que quisesse: feijão, pimenta e suco de laranja. Mas a crença popular e a internet falavam o oposto. Comer amamentando era ainda pior que comer grávida".

Entremeadas nas histórias com as quais ela vai nos envolvendo, e em dicas que sutilmente podem ser captadas ao longo das mesmas (por exemplo: "Família é uma coisa preciosa nessas horas", ela diz, referindo-se ao apoio fundamental nos primeiros meses do bebê: parece óbvio, mas muitas mães não recebem/não se permitem essa ajuda...), aparecem as receitas, para todos os gostos, para todos os momentos: sanduíche de pernil que desmancha, para as grávidas, ou escondidinho de costela demorado, para as lactantes, eis alguns exemplos das receitas que nos redimem.

A segunda - e principal, na minha leitura - parte do livro é a que fala propriamente sobre a "panela amarela de alice", o reencontro da "mãe cozinheira" com as panelas, a incursão da pequena por outros sabores além do leite materno, os utensílios, os ingredientes e, minha gente, as tão esperadas receitinhas para os pequenos! E, como na primeira parte do livro, elas vão aparecendo aos poucos, conforme as memórias da autora vão chamando e o papo com as comadres e compadres vai ficando mais "chegado", nessa ordem:

- as primeiras papinhas ("abóbora, maçã e frango" é uma das várias combinações interessantes),
- o delicioso incentivo a que nos tornemos "chefs" dos filhotes, criando comidinhas diferentes a partir dos ingredientes liberados a cada fase deles ("quinoa, feijão branco e banana" - mais criativa impossível, fiquei com muita vontade de provar!)
- "as maravilhas do mundo com dentes", ah, o mundo com dentes!! Além de receitinhas variadas que vão desde papinhas nada triviais, passando por comidinhas como "falso bife", "rosbife" e "batatas coradas" até delícias como mingau e picolé, aqui a autora ainda dá umas dicas boas de viagem com bebês (incluindo os famosos biscoitinhos salva-vidas, conhecem??) e, o melhor: uma dica de "biscoito de coçar gengivas". Preciso falar mais alguma coisa?
- como se não bastasse, ainda tem as receitinhas do primeiro aniversário da Alice (quem sabe na festinha de 2 anos do Caio eu crio coragem pra fazer os cupcakes que ela ensina, hein??), e as comidas pós-primeiro-ano-de-idade, às quais ela adiciona também "receitas para a família": uhuuuuuuuuuuuuuu!!! A-D-O-R-E-I!!!! Vou testar todas djá: tem "moquequinha", "macarrão cremoso", "musselina de linguado", "risotinho de frango, abóbora e abobrinha", "canjinha com canjica" e outras comidinhas de nomes diferentes como "abolins pankoks", "salda zupa" ou "petite duchesse". Curiosos? Tentem a sorte aqui, ou corram encomendar o livro!

A última parte, não é bem uma parte, são algumas poucas páginas meio em tom de "epílogo", como nomeia a Tatu, em que ela conta, muito de relance, sobre "exercícios de desapego" aprendidos com a maternidade, o processo de voltar ao trabalho e deixar a pequena em casa, a transferência dos cuidados com a "panela amarela" a uma ajudante e a expansão dos paladares da pequena Alice para além dos limites da tal panela... Desafios comuns a muitas mães, e que deram vontade de saber um pouco mais: porque falar tão rapidinho assim, menina? Como foi esse processo em termos da alimentação da pequena, o que mudou nas receitas, como escolher bem as comidinhas dos pequenos fora de casa... Portas abertas para novas prosas... Quem sabe um novo livro, Tatu??

Bom, gente, me empolguei, o post ficou gigante. Mas aposto que vocês ficaram com água na boca. O livro é bacana mesmo. Queria ter testado uma receitinha pra contar aqui, mas do jeito que tá esse fim de ano, aí é que o sorteio não saía mesmo! Mas só de ler o livro já dá pra ter certeza que tudo é muito-muito-muito gostoso e, o melhor, muita coisa tranquila de fazer, para nos inspirar a cozinhar para os pequenos mesmo!! (Fiquei tão animada com a leitura do livro que até criei uma nova receitinha de mingau para o Caio!!! Tô me achando a chef!! Rá!!! Qualquer hora conto aqui).

Para participar do sorteio: deixe um comentário com seu nome, nome e idade do(a) filhote(a), email para contato (ou blog) e conte alguma aventura, desventura, superdica ou desabafo relacionados à alimentação dos seus pequenos. Como sempre, aqui, a idéia é trocarmos experiências, portanto não vale só deixar o nome, viu!! O sorteio será na próxima quinta, dia 03/12, à noite.

Até lá posto mais umas receitinhas e dicas do livro, fiquem de olho.

25 comentários - clique aqui para comentar:

Elisabeth disse...

Oiê! Eu sou mãe da Sofia de 7 meses. Meu maior susto com a alimentação foi quando fui introduzir leite artificial porque eu iria voltar a trabalhar. Ela quase não bebeu,chorou muito, além de ter ficado com a parte ao redor da boca toda avermelhada.Eu fiquei achando que tinha queimado minha filha com o leite quente.Quase morri de remorso! Mais tarde a vermelhidão saiu e tentei de novo com a mamadeira praticamente fria. E ela bebeu mais e ficou com o rosto todo vermelho, com placas. Era alergia ao leite de vaca. E eu achando que tinha colocado o leite muito quente na mamadeira... Graças a Deus consegui falar com o pediatra e achar um leite adequado ( e bem mais caro!) Hoje, ela ainda mama no peito quando está comigo...e espero que por um bom tempo.
Bjks e quero ganhar dessa vez, hein!

( baldedesonhos.blogspot.com e amaedasofia.blogspot.com)

Sabina disse...

Olá. Sou mamãe do Bernardo, de 2 meses e meio.
Ainda não tenho nenhuma aventura ou afins para contar, já q meu filhote só mama no peito (e assim ficará por um bom tempo, já q não estava trabalhando já qdo engravidei), e mama superbem.....
Mas quero muito o livro, pois logo mais meu bezerrinho (tourinho, na verdade), vai precisar de outras comidinhas, e sou uma negação na cozinha....
beijos
Sabina
sabinapandia@hotmail.com

Lia disse...

Falo um pouco sobre a experiência de ser uma gestante vegetariana. No começo tinha medo, porque muita gente desiformada questionava acerca da necessidade de nutrientes que não seriam encontrados fora da carne. Onívora ou vegetariana, a dieta da gestante deve ser variada e sempre preferir produtos naturais aos industrializados. A Emília já comeu de tudo aqui na minha barriga (até salmão, que libero eventualmente. Aves e mamíferos, jamais). E ela está se desenvolvendo maravilhosamente. Minha dica é: qualquer dieta que você adote, pesquise bastante e confie nos resultados. Se com 33 semanas de gestação seu intestino funciona 3x ao dia, sua hemoglobina está ok, sua glicose está perfeita, sua pressão, 10x6, e seu colesterol, lá em baixo, você deve estar no caminho certo! Claro, tudo acompanhado pelo médico e pela nutricionista.
Lia, mãe da Emília, um mês e meio pra chegar. sacodefarinha.blogspot.com

Cynthia Santos disse...

Thaís, que delícia de livro!!
Se eu não sor sorteada, comprarei com certeza!!
Bom, o que eu posso relatar aqui é minha pequena experiência com a alimentação do Arthur. Ele completou ontem 10 meses, já tem os quatro dentinhos da frente, já rasga pão com eles, e este fim-de-semana descobriu que pode comer (e querer)quase tudo que vê papai e mamãe comendo. Adoro essa aventura, e ele não se deixa enganar, não. não adianta molhar a colher no sorvete, ele quer sentir a "massa" dentro da boca! Arthur é um bebê bem guloso, ele adora enfiar pedaços enormes de biscoito e pão na boca, pra nosso desespero...e ele morre de rir das minhas tentativas de tirar os pedaços gigantes da boca dele! Tivemos uma adaptação muito tranquila para a comida sólida - ele come de tudo, só não gosta de inhame e ainda não é fã de achar pedaços sólidos. Eu sempre cacei receitinhas diferentes na internet, já intuitivamente seguindo os conselhos da Tatu (intimidade, hein? ehehhe). às vezes ele aceitava bem, outras, me olhava com aquela carinha de "eca, o que é isso, mamãe?" - ahahahah
A minha dica é a seguinte: sempre que for inventar uma comidinha pro seu bebê, coloque pelo menos dois sabores que ele já conhece, e comece com o novo sabor aos pouquinhos, aumentando gradativamente, até que o sabor apareça bem na comidinha... em três dias, ele vai estar adorando a novidade!
Beijos!!
Cynthia, Mãe do Arthur, 10 meses - cynthia@casapoderosos.net - http://casapoderosos.net/eueeu

Paloma, a mãe disse...

Oi, Thaís, sou Paloma, mãe da Cecília, de 2 anos e 9 meses (fotocecilia.blogspot.com). Nossa história com comida já teve altos e baixos. Mas foi depois que ela completou 2 anos e eu resolvi relaxar e não ligar mais para as curvas de peso e crescimento que as coisas começaram a fluir. Agora eu me preocupo com o que ela come e não com a quantidade. Não come folhas verdes? Eu cozinho junto com o feijão e não falamos mais no assunto. Tá fazendo bagunça com a comida? Acabou a refeição para ela e não ofereço nada para substituir. Na próxima refeição, ofereço a mesma comida e ela come com gosto.
E assim, cozinhando folhas e legumes no feijão e oferecendo comida de qualidade e saudável sempre, fico tranquila, pois sei que é magra (geneticamente, todos somos magros aqui em casa) e saudável, tem todos os nutrientes de que necessita.

Fabi disse...

Oi Taís

Sou mãe da Laura de 9 meses e sempre estou por aqui te visitando.O meu comentário vai na linha do desabafo..hehehe e não sei se só acontece comigo..mas...Porque será que os pequenos dão muito mais trabalho para comer com as mamães do que com outra pessoa hein..hein? Humpf! Quem sabe ganhamos o sorteio e resolvemos esta questão aqui em casa!

domingues.fabi@gmail.com

Tetê disse...

Oi, eu sou a Ártemis mãe do Gael de seis meses e meio. Ele já come frutinhas (banana, mamão e pera, porque da maçã ele não gostou) e estou tentando introduzir a papinha salgada. Tentei várias combinações - cenoura com couve, só cenoura, batata doce com inhame, só mandioquinha, mandioquinha com beterraba - e todas as vezes ele fez cara de nojo e ficou com ânsia de vômito. Vê se pode, tão pouca idade e tanta opinião! Bom, quero o livro pra ver se me inspiro em novas combinações que agradem ao seu paladar! Beijo!

Patricia disse...

Oi, eu sou a Patricia, mãe da Mariana (de 1 ano e 3 meses). Ouvi um médico dizer que o melhor que os pais podem fazer por um filho até os 2 anos de idade é cuidar bem da alimentação dele (claro que depois dessa idade também!). Com a Mariana estamos nos esforçando para cuidar bem da alimentação dela, tudo fresco, natural, sem conservantes e evitando doces e frituras ao máximo. Claro que, como toda criança, ela tem seus altos e baixos, come bem por dias seguidos e não come nada por vários dias também. Nessas horas que a criança não come nada, acho que o negócio é tentar dar o que ela aceita (seja fruta, seja leite) e esperar, porque uma hora passa, como tudo com criança!
beijos

Carolina disse...

Oi Thais,
Cheguei aqui pelo blog "Pequeno Guia Prático..." Sou uma mãe recente, a Clara fará 2 meses amanhã e estamos só no leite materno. Espero que por mais bons meses! Mas adoraria ganhar o livro - essa fase nova há de chegar nessa casa. rs A minha pequerrucha tem tido muita cólica, e estou limitando o que como. Cortei feijào, couve, couve-flor, etc, além de leite e derivados, orientada pela pediatra. Descobri um leite de arroz pra matar minha vontade de tomar vitamina de banana! Afe, quem diria, leite de arroz......... rsrsr
Bom, voltarei sempre.
Beijos,
Carolina
capasquali@gmail.com

JULIANA disse...

Eu quero! Eu quero MUITO!
Heitor, 7 meses e meio, primeira infeccão de garganta, ontem, não quis comer NADA... Nem leite do peito, nem leite artificial, nem papinha amassadinha, nem sopinha com/sem macarrão nada... eu sou a favor no não força, mas lógico ele foi ficando com fome e eu apelei pra Nestlé. Abrí o pote e tinha uns pedaços de cenoura e de macarrão bem grandinhos pro que ele tá acostumado e claro que pensei que ele não comeria nem a pau... hahaha... ele DEVOROU o "mc donalds" dele! Eu num misto de feliz por ele ter comido algo e de surpresa dele preferir aquele vidrinho fedido!

Dany disse...

Oi, Paloma!

Eu sou mãe de Caio (6 anos). Acho que ele é o mais velho da tchurminha aqui, né? rs
Bom, eu tenho uma experência meio frustrante...
Caio comia de tudo até 2 anos de idade! De tudo mesmo: legumes, verduras, todas as sopinhas... Eu achava que ele seria o menino do brócolis, sabe? rs
Agora, que já pode "escolher", não quer mais nada disso. Só quer comer batata. Ando muito preocupada. Tento cozinhar legumes no feijão e amassar, mas acho que isso não é bom pra um menino de 6 anos, né? Sei lá...
Ele é o menino da bata, para a minha tristeza... :-(
Bjs!

Anônimo disse...

Oi Thais,
Meu nome é Carolina, sou mãe do Paulo de 1 ano e 7 meses. Quando ele começou com as frutinhas e depois papinhas salgadas adorou tudo, comia super bem e de tudo, mas agora conforme ele esta crescendo esta ficando mais seletivo com relação a comida salgada, determinadas coisas (brócolis e tomate por exemplo) ele não quer de jeito nenhum, e as vezes no almoço ou no jantar não quer comer nada, não insisto e deixo ele ficar com mais fome. Mas o que ele adora mesmo e quase nunca recusa são as frutas. Paulo mamou no peito até 1 ano e 6 meses e o desmame foi gradativo e tranquilo. Adoraria ganhar o livro.
Beijos
Carol
carolinarossi_itj@hotmail.com

Flavia disse...

Ooooi,
Eu sou a Flavia, mãe do João de 2 anos - 2 dias.
Adoro tudo que envolve alimentação infantil, estamos numa fase boa em relação quantidades, e insistimos na qualidade sempre.
Fiquei com agua na boca com o livro.
Beijos

piscardeolhos disse...

Ah, eu quero, adorei!!!!
Ok, vou fazer uma confissão horrível.
Ai, que vergonha.
Vá lá: quando Noah está em fase de não querer comer proteína animal, eu me desespero (desculpem a ignorância da que vos escreve, senhores vegetarianos).
Desesperada eu faço uma coisa monstruosa. Atenção: eu cozinho um ovo (orgânico, diz o fabricante), amasso bem e misturo ele na papinha de banana e quinoa que o filhote come de café da manhã. Blagh?
Sim, isso mesmo que vc ouviu,
Meu Deus, eu sou horrível.

Igor disse...

Olá!
Eu acompanho o blog da Tatu e este livro está na minha wish list desde o lançamento... :-)
Meu nome é Igor, sou pai da Beatriz de 11 meses e, para me encontrar, apareça no blog da minha esposa e meu: http://digravida.blogspot.com.
Minha filha é uma comilona de primeira! Está com 11 meses, nasceu prematura de 7 meses e desde o 6o. está comendo de tudo! Como uma boa filha de mineira, adora uma couve com angú. Batatinha baroa então, nem comento... São 300 gramas em cada pratada! :-)
Abraços e parabéns pelo blog!

Renata disse...

Eu sou a Renata, mãe do André de 1 ano e 5 meses e eu quero muuuuuuuuuito! Adorei esse livrinho!
Eu, por enquanto, não tive problemas com a alimentação do André. A única tudovez que ele ficou sem comer durou uns 3 dias por causa de um resfriadinho, mas no geral ele come super bem, boa quantidade e me esforço ao máximo na qualidade, na maioria orgânicos, sem frituras, sem doces, muitas frutinhas e sucos naturais, que ele ama!
beijocas

Mariana Tezini disse...

Mariana, mãe do Caetano de seis meses 1 semana!!!
Ahh...não tenho muito pra contar já que meu pequeno começou a experimentar os sabores faz uma semana!!! Mas se é pra trocar, vá lá dá uma espiada na foto dele comendo sua primeira papinha.
http://projetomacieira.blogspot.com/2009/11/mangia-che-te-fa-bene.html
Aliás eu acho que ele tá comendo uma quantidade enorme pra um bb que acabou de começar...sei lá
Beijo

Dani Garbellini disse...

Como estou super na correria, mas não posso deixar de participar, vou copiar um texto do meu blog. Pode? Ou serei desclassificada? hehehe

Beijos!

Dani Garbellini, mamãe do Arthur, 18 meses http://danielices.blogspot.com/

A abominável cozinha de Daniela

Folga do trabalho, sem carro, chovendo.

Ficar presa em casa o dia todo com Arthur exige disposição e criatividade, ambas em falta, afinal, é meu primeiro dia de folga depois de uma maratona, estou cansada.

Para piorar, minha falta de habilidade na cozinha estava aguçada hoje. Errei o almoço, o jantar e uma experiência de mingau para o pequeno!

Que dia! Melhor ir dormir.

E amanhã vou almoçar na minha mãe. Acho que Arthur agradece.

Letícia Volponi disse...

Que delícia de presente, hein, Thais? acho que a peripécia mais recente foi a que contei no blog há poucos dias. Depois de uma madrugada, três receitas jogadas fora e ingredientes esgotados sem nenhum sucesso com os cupcakes de aniversário da Laura, a baixinha resolveu me ajudar pela manhã, enchendo as forminhas. Minhas alternativas? deixar ou deixar, afinal, não tinha tempo para distraí-la. O que isso tem de saudável? na alimentação eu não tenho idéia, mas ver o sorriso dela ao me ajudar e descobrir que só os bolinhos dela é que cresciam é saudável de mais para a alma da mãe.

disse...

Nossa, que livro maravilhoso!
Ja conheço o Mexerica e agora com a noticia desse livro me encantei mais ainda.
Sou mãe da Júlia, de 8 meses, e estou "penando" pra introduzir papinhas e afins. Coincidiu que minha filha ta passando por uma infecção de urina e agora uma virose, e isso tem atrapalhado muito seu apepite.
Preciso de dicas e muito incentivo nessa fase que tem me deixado exausta.
Espero que isso passe. E logo.
Bjao pra todos

meu blog: www.ideiasdare.blogspot.com

maysap disse...

Olá, amei este post e sou fã da Tatu faz tempo.
Sou mãe da Marina, uma fofa simpática que completará um ano no dia 03 de dezembro. A Marina e A GOURMET. Come de tudo: além de adorar arroz, feijão, e seus clássicos acompanhamentos, adora cogumelinhos e beringela temperadinhos, não dispensa a comida no vizinho restaurante tailandês e abre a boca para experimentar tudo o que vier. Viu mamãe e papai com prato na mão: abre o bocão para mergulhar sempre em uma nova aventura :)

Maysa - mãe da Marina - maysap@gmail.com

Dani disse...

Oi Thaís, querida! Aqui é a Dani, mãe da Nina 1 ano e 3 meses e 29 dias. Como você já deve ter visto, deixei no meu blog, há uns dias atrás, um desabafo enorme sobre comida. Nina não é muito fã de comida salgada não. O negócio dela é uma fruta e um leitinho, mesmo. Mas me viro em dez para tentar convencê-la de que brocólis é uma delícia. Ultimamente, até que ela tem aceitado bem arroz com feijão e legume e carne. Só não sei até quando!
Dessa vez não vou participar do sorteio não! É que eu tenho esse livro, que, aliás, é muito legal mesmo, como vc disse. Sorte prás meninas!
Beijo!
Dani

Juliana disse...

Oi Tais!Meu nome é Juliane!
Amei o blog!! Minha história envolve uma mega sopa para a Nandinha minha fofa de 09 meses que o papai dela comeu toda literalmente, ficou só o pratinho separado do bebê o restante da panela ela derrubou tudo rsrsrs! E eu tinha esperança de poder congelar um pouco da sopa pra ser a jantinha dela....só esperança..marido guloso é isso!
Meu e-mail é juzinhafurg@yahoo.com.br

Bjks no coração!

Nádia disse...

Oi, adorei seu blog!
Criei um blog sobre meus meninos, recentemente, e sou novata na blogosfera. O que vc acha de fazer um amiga virtual, tendo em comum os blogs?
Me visita: mamaenadia.blogspot.com
Vou sempre passar aqui. Tá nos favoritos!
Abraço!

Marina disse...

Sou mãe da Bia, que chega até o fim desse mês!
Não posso falar nada da alimentação da pequena ainda, por motivos óbvios!
Maaaas, confesso que, tirando os 5 primeiros meses, em que eu nada comia e só vomitava (e ralvez até mesmo por isso), me premitir ser uma grávida sem neuras gastronômicas no resto da gestação!
Só evito carnes cruas em geral!
coisasqueinspiram@hotmail.com