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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

SORTEIO + DICAS: PRA QUEM CURTE UM (BOM) SOM COM OS FILHOTES

Caio é um menino musical. Gosta de  instrumentos os mais variados: pandeiro, gaita, flauta, violão, sanfona, tambor... Sim, eu sei, a maioria das crianças adora instrumentos. Mas parece que ele leva jeito pra coisa - e não é (só) papo de mãe babona: mais de um músico, ao vê-lo manusear um pandeiro, ou segurar um violão, já nos disse pra estimulá-lo, que ele "tem futuro". Ele também tem uma memória musical muito boa, decora letras e melodias das músicas rapidamente e gosta de se exibir com elas (mais recentemente ficou meio envergonhado - fases! - mas eu sempre me perguntava de onde vinha esse lado "aparecido" dele, já que eu e o pai somos meio low profile...)

Em casa, por enquanto, estimulamos como podemos: com instrumentos "de verdade" e de brinquedo à disposição, com brincadeiras "de banda" e afins e, principalmente, ouvindo muita música boa. Ainda que de uns tempos pra cá ele ande mais mergulhado no mundo dos super heróis, as brincadeiras e curtições musicais são sucesso garantido por aqui, seja batucando e tocando berimbau com o papai, seja cantando e dançando com a mamãe.

(E Nuno vai na onda! Há poucos dias ele foi introduzido ao pandeiro, e o sucesso foi absoluto!)

Daí que, pra celebrar os 3 anos de blog e as muitas amizades feitas por aqui, teremos um sorteio bem bacana e musical! Serão dois cds de músicos que o Caio adora (e nós também): diversão garantida pra pais e filhos.

Saca só:

BARBATUQUES - cd O SEGUINTE É ESSE

Barbatuques


Vocês conhecem o Barbatuques? E seus filhotes, conhecem?

Eu conheci o Barbatuques muito antes de ter filhos (o grupo já tem 15 anos de estrada) e, de cara, curti demais. Eu nunca tinha visto, nem ouvido nada parecido: como assim, música feita com o corpo? Fiquei realmente impressionada com a sonoridade que eles conseguem produzir a partir de várias partes do corpo, associando vocalizações a palmas, estalos com os dedos, batidas de pés, assobios... Percussão corporal é o nome do barato, e o Barbatuques é referência internacional no assunto.

Os shows do grupo são demais: eu já fui assisti-los quatro vezes, duas com Caio, e ele simplesmente PI-ROU. Porque além da música ser deliciosa, o grupo é extremamente cênico, os movimentos feitos com o corpo pra produzir os sons acontecem em total sintonia com os ritmos e melodias, é contangiante. No primeiro show deles que Caio assistiu, em plena praça pública em Bonito - MS, foi uma loucura: ele não conseguia ficar parado, ficou hipnotizado na frente do palco, dançando, tentando imitar os movimentos do grupo e olhando pra mim empolgado. O segundo foi no Sesc aqui em São Carlos e, com seus amiguinhos, a brincadeira foi ainda maior, porque no momento de interação do grupo com o público (eles sempre envolvem a platéia, é uma delícia) ele já conseguiu participar mais, tentando batucar em seu próprio corpo.

Caio é a prova de que, apesar das músicas e dos shows do grupo não serem voltados especificamente para as crianças, despertam nelas uma identificação imediata. É colocar um cd do grupo e a cria já sai logo dançando e querendo batucar! Nós já tínhamos o cd Corpo do Som (primeiro cd do grupo), e agora adquirimos O seguinte é esse (de 2005), que é o que vamos sortear aqui, e os dois estão nas paradas de sucesso do Caio e da família toda.

O cd O seguinte é esse, segundo o próprio grupo, registra o avanço na pesquisa da percussão corporal e da improvisação do Barbatuques. O resultado é uma combinação de percussão corporal e sonoridades regionais brasileiras (como o coco, por exemplo) a referências musicais variadas, como música eletrônica, percussão africana, hip-hop, flamenco, entre outras. E, o mais espantoso, é que tudo isso é possível explorando ao máximo os "corpos sonoros": além deles, o único instrumento musical utilizado é o  berimbau de boca, que se integra perfeitamente aos arranjos.

 
quem quiser uma palhinha, clique na imagem e ouça/veja uma das nossas preferidas nesse cd
Por fim, olha só que legal: sacando essa afinidade que o som deles produzia nas crianças (e, pelo fato de muitos dos integrantes terem virado pais), o grupo esse ano estreou seu primeiro espetáculo voltado especificamente ao público infantil! Tô doida pra ver com as crianças, torcendo pra eles virem pra cá! O espetáculo é o Tum Pá!, e pelo que fucei na net parece ser delicioso. E, para quem estiver em São Paulo, fica a dica: apresentação do Tum Pá!, dia 19/11, às 12hs, na inauguração do Sesc Santo Amaro. Delícia!



MARGARETH DAREZZO - cd CANTEIRO


Um dia eu entrei numa loja de brinquedos educativos e a música que estava tocando me conquistou: era o cd Canteiro, de Margareth Darezzo, recém-lancado. Pedi para a moça ir colocando outras faixas, peguei o cd nas mãos e não resisti: comprei um para mim (foi um dos primeiros cds do Caio, não lembro se estava grávida ou se com ele recém-nascido) e um para uma amiga grávida.

Desde então o cd vem acompanhando as várias fases do Caio (e agora também do Nuno) e, em cada momento, uma música é a preferida. A bola da vez para o Caio é a "Vida de Bicho", que cantamos infinitas vezes no banho ou no carro. E, para o Nuno, "Pode Relaxar" e "Banho Gostoso" embalam nosso cotidiano. As minhas preferidas desde sempre são "Peteca" e "Cor da Água". O fato é que todas as músicas são deliciosas, e inspiram a brincadeiras com o corpo, com palavras, com instrumentos...

Musicalmente, o cd é uma preciosidade, introduzindo as crianças a sonoridades e instrumentos variados. As 16 composições, criadas ao longo de mais de 20 anos como professora de iniciação musical para crianças, são todas de Margareth Darezzo, mestre em Educação Especial pela UFSCar e especialista em Psicologia Infantil. No cd, elas são apresentadas em arranjos de Pichu Borrelli e com a participação especial de Dominguinhos, Hugo Possolo, Edson Montenegro e outros artistas. Querem ter uma ideia da belezura? Aqui ó.

E esse ano, pra incrementar ainda mais o repertório de músicas e brincadeiras das crianças, a Margareth lançou o livro-brinquedo Canteiro (que também vem com um cd), com belas ilustrações d"criadeira" Roberta Asse e uma proposta bem legal de estimular e interagir com os pequenos. Eu ainda não comprei para os meninos, mas estou namorando: pelo pouco que vi já deu pra sentir que é de altíssimo nível, como o cd. Vale a pena também dar uma olhada na página do livro no site da editora, que tem até um suplemento em pdf preparado pela Margareth, com sugestões de utilização pedagógica do livro e das músicas.


E pra participar do sorteio?


É fácil! Além de curtir música com seus filhotes, basta deixar um comentário nesse post, com nome e email para contato, até dia 20/11. Não precisa ser seguidor do blog, mas se quiser, seja benvindo! Se quiser também compartilhar com a gente, nos comentários, a relação do seu filho com a música, ou como vocês curtem juntos, melhor ainda! 

(E, como eu tô por fora de facebook e twitter, a única forma de participar é aqui mesmo, e cada pessoa tem apenas uma chance. Mas, quem quiser divulgar nas redes, fique à vontade!)

O sorteio será realizado no dia 21/11 (serão dois sorteados, um por cd), e tentarei postar o resultado no dia mesmo, tá?

Então... boa sorte!



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

VOCÊ SOFRE POR "EXCESSO DE COMPETÊNCIA"?

Domingo à noite, num breve minuto de descanso, resolvi ligar a tv (tenho pânico de tv aos domingos, ainda mais que só tenho tv aberta, afe!). No meio de toda a porcaria, dei sorte de achar, na Cultura, a exibição do Café Filosófico com o Fabrício Carpinejar, cujo tema era incrível: "Reinvenção dos vínculos". Peguei o bonde andando, mas o programa dialogou em cheio com o que venho pensando e sentindo sobre relações familiares, conjugais, filhos, trabalho e cia. 

Eu já conhecia o Carpinejar pelos textos que ele publica na Revista Crescer, depois pelo blog dele. E curti muito sua abordagem do tema, pelo pouco que pude assistir. (Hoje vi que, quem quiser assistir na íntegra - eu quero! - dá pra ver pelo blog dele: http://carpinejar.blogspot.com/2011/11/cafe-filosofico.html)

Bom, além da dica, queria registrar um ponto em que ele tocou que ficou martelando na minha cabeça, que tem tudo a ver com o que postei (e vocês comentaram) aqui. Não é uma transcrição literal, mas um rascunho que fiz durante a própria exibição do programa, pra não esquecer. E achei que valia compartilhar com vocês, pra ver o que pensam do assunto:

"As mulheres sofrem por excesso de competência. (...) eu tenho pena delas. Elas não conseguem lidar com a incompetência. (...) Isso é uma coisa que nós poderíamos ensinar a elas."
anotação livre da fala de fabrício carpinejar, dom 06/11, no café filosófico.

Quem concorda, quem discorda? Vamos debater?

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DICA PRA QUEM É DE SAMPA: 'ESCOLINHA'


Desde que li esse texto da Ombudsmãe Taís Vinha, já me peguei pensando várias vezes sobre a escola que desejo para o Caio. Na verdade, mesmo antes de ter filho esse era um assunto que me despertava grande interesse, e por conta disso conheci o livro "A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir", de Rubem Alves, em que ele nos apresenta a Escola da Ponte, de Portugal. Esse livro me fascinou, me tocou profundamente, me transformou a tal ponto que eu queria comprar um estoque e sair distribuindo por aí, para que as pessoas sentissem o mesmo transbordamento: eu também sempre havia sonhado com aquela escola!

Até que um dia eu virei mãe e, quando meu filhote estava para completar um ano, decidimos que ele passaria as manhãs em um espaço fantástico onde alguns filhos de amigos já conviviam. Já falei rapidamente sobre esse período aqui, mas ainda me devo um post pra não esquecer nunquinha desse tempo bom que o Caio curtiu na Fazenda Jatobá, no "Cantinho da Criança Feliz", convivendo, crescendo e se divertindo com outras 6 crianças entre 10 meses e 5 anos, em meio à natureza. Foi realmente uma grande sorte encontrar esse espaço aqui em São Carlos e, infelizmente, as atividades do Cantinho se encerraram no fim do ano passado.

De todo modo, o Caio já iria sair de lá, porque eu tinha entrado no doutorado e conseguiria uma vaga na escolinha da universidade, o que aliviaria muito nosso bolso. Mas, independente da questão financeira, eu não colocaria o Caio lá se a escola realmente não me conquistasse. E ela me conquistou, segue me conquistando, e qualquer dia eu escrevo sobre isso aqui.

Mas o fato é que, apesar de estar no interiorrrr, nossa cidade oferece opções muito boas (são pelo menos 3 escolas infantis bastante diferenciadas), que me deixam muito tranquila em relação àquela pergunta da blogueira xará que tanto me cutucou, pelo menos por enquanto, até o Caio completar 6 anos.

Digo isso porque imaginava que pra quem mora em uma cidade maior, São Paulo, por exemplo, as opções de escolas mais próximas àquilo com que sempre sonhamos seriam inúmeras, mas... conversando com amigos e parentes, percebi que não é bem assim. Então, resolvi deixar uma dica aqui procês, da cidade grande: o Espaço Educacional Arte de Ser.



A proposta me chamou muito a atenção, por propôr o "desenvolvimento integral" de crianças de 2 a 5 anos, estimular vivências criativas, focar-se não apenas em atividades racionais, mas também, e principalmente, naquelas mais intuitivas, que aguçam a sensibilidade dos pequenos, tais como Hatha Yoga, música, meditação, brincadeiras de roda e poesia, artes com elementos naturais, jardinagem, horticultura e ikebana. Todo o trabalho é inspirado nos fundamentos da Yoga.

Eu não conheci pessoalmente o espaço, mas tomei contato com a proposta através de uma prima querida que está envolvida no projeto, e ele me ganhou. Por isso compartilho aqui com vocês. O Espaço está com matrículas abertas (contatos e endereço aqui) e, de repente, pode ser que algum de vocês encontre lá o que está procurando... Foi o que aconteceu com os pais do Cauã, que fizeram esse relato abaixo quando o pequeno apenas iniciava suas experiências na Arte de Ser.


Uma Escolinha Especial (A História de Cauã)

Estávamos no período de adaptação. Aquela coisa de conhecer o ambiente, as outras crianças, as tias. Tudo novidade.
Cauã foi pra dentro e voltou um monte de vezes dizendo que - “só um minutim, tia Cris, porque esqueci de falar uma coisinha pra mamãe”. -“Vai com Deus, mamãe!”. E ia e voltava de novo. Enquanto esse ritual de despedida rolava infinitamente, tia Léia passou na minha frente, seguida pelos maiorzinhos (leia-se quatro a seis anos). Iam fazer um passeio na pracinha em frente. -“Quem vai levar a sacolinha pra mim?” Era uma sacola vazia, dessas de supermercado. Logo, veio à minha mente a idéia de que iriam recolher materiais jogados na praça, como a gente costuma fazer nos mutirões ecológicos na praia. Fui logo pensando: “hum... consciência ecológica! Bom...”
Curiosa que estava com aquela procissão de crianças fofinhas, espreitei pela janela, pra ver como sairiam pelo portão da frente. Com aquela calma legitimamente mineira - ela é de Minas, tinha que ser, né? - tia Léia perguntava: - “Quem vai dar a mão pra quem?” E as meninas se deram as mãos e os meninos se deram as mãos (rsrsrs). Estabelecidos os clubes, -“Nem preciso dizer como vamos fazer para atravessar a rua, né?” - “É!!!” – “Nem preciso dizer como é que nós vamos nos comportar na praça, né?” – “É!!!”. E lá se foram, bem bonitinhos.
Lá vem Cauã de novo, acompanhado da tia Cris. - “A mamãe já vai!” - “Ah.... não quero.” Tia Cris propôs uma brincadeira de Lobo. Ele ainda estava pra decidir se ia lá pra dentro brincar de lobo, quando o portão se abre e lá vem de volta a procissão. – “Ó, Cauã! Venha ver os feijões que nós apanhamos pra comermos na nossa salada!”, disse a tia Léia. Pra minha surpresa, lá estava a sacolinha de supermercado completamente abarrotada, não de lixo plástico, mas de feijões, naquele formato de vagem. Pronto! Uma magia se estabeleceu. Cauã foi metendo a mãozinha lá dentro. O rosto iluminado, - “Ó, mamãe! O feijão!!” E lá se foi com tia Léia e sua procissão, sem titubiar. –“Tchau, mamãe!”
Gente! Tia Léia e as crianças cataram os feijões em alguma trepadeira lá da praça!
Quando voltei pra buscar Cauã, a grande notícia é que ele havia passado horas retirando os feijõezinhos da vagem e acompanhado o ritual de cozinhar. E depois, claro, devorou um bocado na tal salada, que a tia Léia havia comentado.
Semblante iluminado, lá fomos nós "pra casinha", com aquela sensação de ter estado, não em uma escola, mas em uma casa de avó, numa dessas cidades aí do interior de Minas. Ah! E diga-se de passagem, a cozinha fica instalada logo ali no quintal.
Lá é assim. Não por acaso, esse lugar super especial que encontramos, graças à Rita, prima do Renato, se chama “A Arte de Ser”. Não é demais????
Beijos de mãe e pai muito emocionados com a escolinha que encontraram pra Cauã ser bem feliz.

domingo, 24 de janeiro de 2010

MAMÃES NA ATIVA


Já tem um tempinho que a Ju me pediu pra divulgar um trabalho super bacana que ela está fazendo, e, aproveitando a deixa, resolvi fazer esse post divulgando não apenas a iniciativa dela, mas de duas outras mamães blogueiras que, motivadas pelas transformações intensas que nos fazem virar SUPER-MÃES, transformaram também a vida profissional, investindo em atividades diferenciadas e que têm tudo a ver com maternidade, filhos e afins. Espiem só:


Com a palavra, a Ju: "Pensando nos bebês que sofrem com fantasias de tecido sintético, paetês e frufrus, eu e uma amiga desenvolvemos um linha em algodão, fresquinha, mas com muito charme pro Carnaval! É a Mamãe Eu Quero! Se você é mãe, corre lá e faça seu bebê ser um folião de primeira!". Achei a idéia sensacional, as fantasias são muito lindinhas e as fotos com pequeno Heitor e sua amiguinha Carol são uma coisa, dá vontade de apertar muuuito os pequenos foliões. Corram mesmo, viu, que o carnaval está chegando e já tem umas fantasias esgotando!




A Roberta também teve uma sacada super legal, matou o pato donald, foi trabalhar fora de casa e começou a importar umas coisinhas muito lindas pros pequenos: roupichas, sapatinhos, acessórios, brinquedos... Tudo de marcas bacanas e com preços acessíveis. O blog minhamaequedisse.wordpress.com é de enlouquecer, principalmente mãe de menina! Além do que, para comprar, você tem que fazer contato direto com a dona-e-proprietária do negócio, o que já vale a pena por si só - além de ser uma fofa, a Roberta é uma figura, recomendo muito o blog dela: piscardeolhos.wordpress.com. Eu andei namorando vááárias coisinhas de lá pro meu pequeno, como essas aqui, ó:




Outra que está toda novidadeira é a Pérola: além de ter criado, no fim do ano passado, o projeto "Mãozinhas na Massa", que divulga informações sobre saúde infantil e alimentação e realiza oficinas de culinária saudável para crianças, ela entrou em 2010 com o pé direito, e na cozinha!! A partir da experiência e do prazer de cozinhar para a família e os amigos, ela criou o blog Natureba e Cia, onde compartilha conosco suas idéias sobre culinária saudável, e divulga as delícias que ela prepara (cupcakes, pães, pastas, cookies...) e os "serviços natureba" que ela desenvolveu, como: assinatura de pães integrais (uma ótima idéia, vale conferir), pequenos eventos, festas saudáveis, lanches para escola e opções gostosas para a criançada, entre outros. Dá vontade de sentar, tomar um chazinho e passar o dia provando as gostosuras.



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

MAIS DA PANELA AMARELA... E O SORTEIO!


Para fechar o sorteio, um trechinho do livro com o qual me identifiquei muito, seguido de uma receita, pra não dizer que não falei das flores...

"Na minha opinião, a alimentação não é apenas algo que existe para suprir necessidades nutricionais do corpo. É um exercício de sociabilidade, de inclusão no mundo e de prazer. Desde o momento em que alguém coloca uma semente na terra fazendo crescer um pé de alface que você vai consumir, a comida está ligando você às pessoas e ao mundo. Faço questão de passar isso à Alice, da maneira que posso. Alice me acompanha às compras, assiste ao preparo das comidas, senta conosco à mesa e desde pequena está acostumada a se comportar muito bem em restaurantes e durante almoços e jantares de família."

Musselina de linguado

150g de linguado limpo e sem espinhas
50ml de creme de leite fresco
50ml de leite integral
1 clara de ovo
2 ou 3 folhas de salsinha
sal e noz moscada (um pouquinho de cada)

Bata tudo no liquidificador ou processador. Coloque em um ou dois potinhos refratários (ramequins) e leve ao forno médio por 40 minutos - ou cozinhe em banho-maria por cerca de 20 minutos, ou até endurecer. Sirva com um fio de azeite, acompanhado com purê de batada doce com abóbora.


Mas vamos ao que interessa. Fiz o sorteio naquele esquema de sempre, queria ter pedido pro Caio sortear, mas não achei a máquina pra filmar... então, vai ser assim mesmo, ó: selecionei os comentários válidos (que foram todos menos o da Dani, que comentou mas avisou que não ia participar do sorteio) - total de 24 comentários - e inseri no programinha do site random.org. O resultado foi esse:


E a sortuda da vez foi a Re, do blog Ideias da Re, que eu ainda não conhecia. Seja benvinda Rê!! Entrou aqui com o pé direito, hein! Com certeza o livro vai ser suuuper útil pra você, eu bem que queria ter lido um livro desses quando o Caio tava com a idade da sua filhota, porque eu também "penei" com a introdução dos alimentos. Mas não desanima não, cada bebê tem seu tempo, e com paciência, carinho e muitas receitinhas gostosas, aos poucos você vai ensinando a pequena a curtir novos sabores!!

Bom, e para quem não ganhou... o livro está à venda nas livrarias Cultura, da Travessa (está em promoção!!) ou direto na editora Memória Visual. E vocês ainda podem tentar a sorte outra vez no próximo sorteio, que será bem legal também. Inté.


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PRESENTE: A PANELA AMARELA DE ALICE



Demorou, mas finalmente consegui fazer o post sobre o primeiro presente para vocês! Quase no último dia do mês de aniversário do blog, mas tá valendo. O próximo presente vai ficar pra semana que vem, meio de aniverśario, meio de natal, tá? E garanto que vai ser tão legal quanto esse, podem apostar!

O primeiro presente que será sorteado é o delicioso livro A panela amarela de Alice, da Tatiana Damberg. Mais conhecida como Tatu, a autora, além de gastrônoma, é também mãe da Alice, uma fofura de 1 ano e meio, e do sítio gastronômico Mixirica ("plantado na rede desde 2002", como ela diz), um lugar muito bacana para quem, como eu, gosta de comidas e afins. Eu fiquei sabendo desse livro na época do lançamento, achei a idéia bárbara, depois vi o de uma amiga e me encantei. Aí, adquiri o meu exemplar, entrei em contato com a Tatu e propus o sorteio, ela e sua editora Camila (da Memória Visual) toparam e aqui vamos nós.

Comecemos pela capa: a ilustração da Jana Magalhães é uma coisa, e a estampinha da contracapa deu vontade de transformar em pano de fundo desse blog, de tão linda que é. O subtítulo do livro diz tudo: "memórias de cozinha e maternidade". Me ganhou na hora. O livro é bem isso, tem esse clima de memórias (memórias recentes, super à flor da pele) do aprendizado dos primeiros tempos como mãe, e, mais, como "mãe cozinheira". Achei que tinha tudo a ver comigo, com este blog e com vocês, que, tanto quanto eu, curtem trocar experiências de maternidade e, vez por outra, já passaram seus perrenques quando o assunto é a alimentação dos pequenos.

Generosamente, a Tatu compartilha conosco, nesse livro, seus caminhos como mãe, suas escolhas (pois, como ela mesmo diz e eu assino embaixo: "O seu jeito é o melhor que pode haver para o seu filho") e algumas das maneiras como ela foi introduzindo sua pequena ao maravilhoso mundo da BOA comida, munida dos princípios de que a comida do bebê pode, e deve, ser gostosa e de que nós, mamães (e/ou papais, vovós, titias, etc...) temos a "missão" - importantíssima! - de "moldar o paladar daquela pessoinha". Olha só que bacana o que ela diz:


"A variedade de texturas, cores e sabores na alimentação dos bebês é tão importante no desenvolvimento da inteligência dos pequenos quanto a descoberta das formas, das pessoas e dos animais ao seu redor, eu acho."


Eu também acho. E as receitas que ela nos oferece, "colher a colher", junto com sua própria história (como tão bem expressou, na orelha do livro, a chef Andrea Kaufmann), são a prova de que de muitos sabores, cores, texturas, cheiros e misturas pode se fazer o universo gastronômico (porque não?) de um bebê.


Mas, antes de falar um pouco mais das receitas (e deixar vocês com água na boca), falemos um tantinho ainda do livro, em si.
Apesar de ser super fluido e contínuo, eu meio que o li em 3 partes, e foi bacana lê-lo assim, porque fui fazendo os links com minha própria história...

A primeira, um quase-manifesto pela libertação gastronômica das grávidas e recém-paridas/lactantes, é bem divertida, com exceção da descrição da cesárea enfrentada pela autora que, apesar de muito bem humorada (aliás, o texto todo, além de bem escrito, é muito bem-humorado), apresenta a situação "nua e crua", (como poucas mulheres têm coragem de expôr, ainda mais se a intenção inicial era ter um parto normal) e me incomodou um pouco (pensando sobre o assunto, depois, acho que me incomodou sentir uma certa "naturalização" de procedimentos que eu considero desagradáveis no momento do parto, como piadinhas de anestesistas ou a separação imediata do bebê e da mãe)... Mas, o tema do livro é outro, e essa descrição dá a liga a esta "primeira parte" do livro, em que a Tatu nos conta como se transformou, de uma pessoa que não pensava em ter filhos, em uma mãe que não conseguia ficar longe da pequena por mais de uma hora, mesmo que fosse para comer todos os sashimis evitados a duras penas durante a gestação... Vejam bem se não é mesmo um manifesto com a qual todas nós, que já estivemos grávidas ou recém-paridas um dia, nos identificamos:

"Qual a graça de poder comer - de posse da melhor desculpa do mundo para isso - se não se pode aproveitar nada? Tudo faz mal e engorda durante a gravidez. Se todas as recomendações feitas por aí forem ser levadas em conta, as grávidas morrem de fome!"

"Junto com as cólicas do bebê veio a maldição da dieta da lactente. O pediatra dizia que eu podia comer tudo o que quisesse: feijão, pimenta e suco de laranja. Mas a crença popular e a internet falavam o oposto. Comer amamentando era ainda pior que comer grávida".

Entremeadas nas histórias com as quais ela vai nos envolvendo, e em dicas que sutilmente podem ser captadas ao longo das mesmas (por exemplo: "Família é uma coisa preciosa nessas horas", ela diz, referindo-se ao apoio fundamental nos primeiros meses do bebê: parece óbvio, mas muitas mães não recebem/não se permitem essa ajuda...), aparecem as receitas, para todos os gostos, para todos os momentos: sanduíche de pernil que desmancha, para as grávidas, ou escondidinho de costela demorado, para as lactantes, eis alguns exemplos das receitas que nos redimem.

A segunda - e principal, na minha leitura - parte do livro é a que fala propriamente sobre a "panela amarela de alice", o reencontro da "mãe cozinheira" com as panelas, a incursão da pequena por outros sabores além do leite materno, os utensílios, os ingredientes e, minha gente, as tão esperadas receitinhas para os pequenos! E, como na primeira parte do livro, elas vão aparecendo aos poucos, conforme as memórias da autora vão chamando e o papo com as comadres e compadres vai ficando mais "chegado", nessa ordem:

- as primeiras papinhas ("abóbora, maçã e frango" é uma das várias combinações interessantes),
- o delicioso incentivo a que nos tornemos "chefs" dos filhotes, criando comidinhas diferentes a partir dos ingredientes liberados a cada fase deles ("quinoa, feijão branco e banana" - mais criativa impossível, fiquei com muita vontade de provar!)
- "as maravilhas do mundo com dentes", ah, o mundo com dentes!! Além de receitinhas variadas que vão desde papinhas nada triviais, passando por comidinhas como "falso bife", "rosbife" e "batatas coradas" até delícias como mingau e picolé, aqui a autora ainda dá umas dicas boas de viagem com bebês (incluindo os famosos biscoitinhos salva-vidas, conhecem??) e, o melhor: uma dica de "biscoito de coçar gengivas". Preciso falar mais alguma coisa?
- como se não bastasse, ainda tem as receitinhas do primeiro aniversário da Alice (quem sabe na festinha de 2 anos do Caio eu crio coragem pra fazer os cupcakes que ela ensina, hein??), e as comidas pós-primeiro-ano-de-idade, às quais ela adiciona também "receitas para a família": uhuuuuuuuuuuuuuu!!! A-D-O-R-E-I!!!! Vou testar todas djá: tem "moquequinha", "macarrão cremoso", "musselina de linguado", "risotinho de frango, abóbora e abobrinha", "canjinha com canjica" e outras comidinhas de nomes diferentes como "abolins pankoks", "salda zupa" ou "petite duchesse". Curiosos? Tentem a sorte aqui, ou corram encomendar o livro!

A última parte, não é bem uma parte, são algumas poucas páginas meio em tom de "epílogo", como nomeia a Tatu, em que ela conta, muito de relance, sobre "exercícios de desapego" aprendidos com a maternidade, o processo de voltar ao trabalho e deixar a pequena em casa, a transferência dos cuidados com a "panela amarela" a uma ajudante e a expansão dos paladares da pequena Alice para além dos limites da tal panela... Desafios comuns a muitas mães, e que deram vontade de saber um pouco mais: porque falar tão rapidinho assim, menina? Como foi esse processo em termos da alimentação da pequena, o que mudou nas receitas, como escolher bem as comidinhas dos pequenos fora de casa... Portas abertas para novas prosas... Quem sabe um novo livro, Tatu??

Bom, gente, me empolguei, o post ficou gigante. Mas aposto que vocês ficaram com água na boca. O livro é bacana mesmo. Queria ter testado uma receitinha pra contar aqui, mas do jeito que tá esse fim de ano, aí é que o sorteio não saía mesmo! Mas só de ler o livro já dá pra ter certeza que tudo é muito-muito-muito gostoso e, o melhor, muita coisa tranquila de fazer, para nos inspirar a cozinhar para os pequenos mesmo!! (Fiquei tão animada com a leitura do livro que até criei uma nova receitinha de mingau para o Caio!!! Tô me achando a chef!! Rá!!! Qualquer hora conto aqui).

Para participar do sorteio: deixe um comentário com seu nome, nome e idade do(a) filhote(a), email para contato (ou blog) e conte alguma aventura, desventura, superdica ou desabafo relacionados à alimentação dos seus pequenos. Como sempre, aqui, a idéia é trocarmos experiências, portanto não vale só deixar o nome, viu!! O sorteio será na próxima quinta, dia 03/12, à noite.

Até lá posto mais umas receitinhas e dicas do livro, fiquem de olho.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SEMANA NACIONAL DA LEITURA + SORTEIO!


duas crianças brincando de ler... e daí que o livro tá de ponta cabeça?

Sempre gostei das palavras. Filha de professores de português, no meu caso o santo de casa fez milagre sim: desde cedo aprendi a gostar de ler e escrever. Minha memória é péssima para lembranças remotas e visuais, mas, mesmo assim, algumas das cenas que ficaram gravadas profundamente em mim têm a ver com livros e leitura, a partir do meio da infância para a adolescência. Lembro do quartinho-escritório nos fundos de casa, onde eu e minhas irmãs nos divertíamos em meio a livros, enciclopédias e papéis. Lembro perfeitamente da coleção do Monteiro Lobato encadernada em capa dura azul marinho (ou seria vinho? ihhhh...), que ficava na estante do meio. Fascínio absoluto. Lembro de mim mesma deitada na linda rede azul com flores coloridas bordadas, passando a tarde toda lendo livros da coleção Vagalume [pausa: meu filho acaba de vir correndo do quarto dele com um livrinho na mão para me mostrar... e agora ele sentou aqui do meu lado e está folheando atentamente o livrinho... sintonia pura!] - o livro O Escaravelho do Diabo exercia um grande fascínio naquela pré-adolescente que eu era: que cargas d'água seria "escaravelho"?, eu me perguntava. E com as leituras eu aprendia tanto sobre as palavras e o mundo!, muito mais do que podia imaginar naquela época.

Flicts, A Bolsa Amarela, Chapeuzinho Amarelo, No Reino Perdido do Beleléu... revirando a memória, chego a lembrar detalhes, ilustrações, quiçá até as sensações que cada uma dessas leituras me proporcionou. E lembro do cheiro dos livros... pode isso?

Como começou esse meu contato com os livros e a leitura? Não sei dizer. Minha memória não alcança tanto (mãe, me ajuda!!). O que posso dizer, a partir do que essa memória manca me permite, é que meus pais liam bastante (a primeira vez que vi os livros Olga e O Nome da Rosa foi na cabeceira deles, eu era ainda uma criança, e nunca mais esqueci esses títulos... coisa engraçada é a memória...) e sempre tive muito contato com livros em casa. Tenho certeza que isso foi fundamental.

Mas sei também que passei um tempo meio "de mal" dos livros, e que isso teve a ver diretamente com a escola, os estudos: grande paradoxo. É que nunca gostei de ler por obrigação, com prazo marcado, com tema imposto por outro alguém. Posso afirmar com certeza que o período em que menos li por prazer, por vontade própria, foi durante o colegial e a faculdade. Era tanta leitura obrigatória que me tirava o ânimo da leitura aleatória, aquela que você escolhe sem mais nem menos, resolve começar e mergulha de cabeça. No colegial, não vou nem comentar, acho totalmente equivocada a associação literatura-vestibular que transforma os adolescentes em leitores-de-resumos. Já no caso da faculdade, não que eu não lesse coisas interessantes nessa época (ai, tô ficando velha... "nessa época"...), li muito sobre arquitetura e urbanismo. Mas me afastei da literatura.

E, curiosamente, depois que o Caio nasceu é que me reencontrei mais profundamente com ela. Voltei a ler com uma intensidade que há muito não me tomava. Tenho apreciado muito o prazer de escolher um livro para ler, ir adentrando na história um pouquinho por dia, quase religiosamente. Mal acabar um e já começar a pensar qual será o próximo, ir acumulando títulos do desejo em uma fila imaginária. Delícia.

Bom... toda essa divagação me veio desde segunda, quando pela primeira vez comemorou-se o Dia Nacional da Leitura, e está me cutucando por toda essa Semana Nacional da Leitura e da Literatura: como começamos a gostar de ler? a partir de que momento a criança apreende o prazer e magia de um livro? como estimular brincando, como fazer os livros e a leitura entrarem de mansinho - e definitivamente - na vida de nossos filhos?

Já falei aqui sobre minha ansiedade em introduzir os livros no mundo do Caio, e como isso foi acontecendo aos poucos e de forma bem divertida. Os livrinhos são brinquedos para ele, são pura brincadeira, e é esse prazer que quero estimular conforme ele for crescendo: ler é para ser diversão, não obrigação, como aprendemos em tantas escolas por aí.

Eu não lia para o Caio na barriga. Não combina comigo, demorei até para conseguir conversar com a barriga... Mas desde que ele começou a dar sinais concretos de que estava lá dentro (chutes, socos e etc) eu comecei a conversar muuuuito com ele, contar histórias do meu dia, da nossa vida aqui fora. E quando ele nasceu, a mesma coisa: muita conversa, muita cantiga, muitas palavras rodeando o seu dia. Daí vieram os livrinhos: livrinho de morder, de dobrar, de chacoalhar, de tatear, de apertar para ouvir sons, de abrir e fechar dobraduras, de encaixar formas e figuras... e, mais recentemente, livrinhos de ler!!! (Rá! quem disse que livro é só para ler as palavras com os olhos?? as crianças leêm de variadas maneiras, com todos os sentidos!!!) Hoje eles são parte do nosso dia-a-dia: brincamos de folhear, ele mostra as imagens para nós, ele fica minutos entretido folheando um por um seus vários livrinhos, e lemos para ele em diversos momentos do dia. Não temos muito uma rotina, ainda não incorporamos, por exemplo, a leitura antes da hora de dormir, mas estamos no caminho. Tem horas ele pede para lermos, tem horas o convidamos a sentar em nosso colo, ou ao nosso lado, e lemos para ele. Mas sempre é uma grande brincadeira.

mesmo sendo brincadeira, olha como ele tá compenetrado!!

E a idéia da leitura como brincadeira é o tema da campanha que o Instituto Ecofuturo, principal articulador da instituição do Dia Nacional da Leitura na mesma data do Dia das Crianças, criou para incentivar a leitura no país: "brincar de ler" é o feliz slogan da campanha, e também o mote da publicação "Passaporte da Leitura", que traz dicas de como tornar a leitura uma diversão vivenciada em conjunto por pais e filhos.


Pensando em tudo isso agora, me veio à mente que esse "Passaporte" teve papel fundamental nessa minha forma de introduzir o Caio aos livrinhos: quando eu ainda estava grávida, uma amiga querida que trabalha comigo na Teia me mostrou o passaporte, que havíamos recebido por sermos um Ponto de Cultura. Ela não tem filhos, e lembro que disse algo assim: "agora que você vai ser mãe, você tem que ver isso aqui com carinho". Cheguei em casa depois do almoço, deitei no sofá (ô saudade de fazer isso!!!) meio sem botar muita fé naquele que me parecia um "panfletinho qualquer" e, qual não foi minha surpresa ao ver a quantidade de informações e dicas preciosas sobre como estimular o prazer da leitura em bebês, crianças e até adultos, tudo em linguagem super acessível (e muito bem escrito!) e com uma qualidade visual que fez toda diferença para despertar minha atenção para o assunto. Adorei, guardei, mas me esqueci dele depois do nascimento do Caio. E agora, 1 ano e meio depois, recebi um exemplar do Passaporte não apenas para curtir, mas também para sortear aqui no blog.

Então, quem quiser ter em casa essa publicação pequenina, mas muito valiosa, acompanhada de um cd com a música comemorativa "Brincar de Ler", feita pela dupla (que eu adoro) Palavra Cantada, deixe um comentário nesse post com seu nome, nome dos filhotes e endereço de email ou blog para contato. Quem quiser ir além, contando um pouquinho da sua experiência na introdução dos pequenos aos prazeres da leitura, eu vou AMAR, e todos temos a ganhar! O sorteio será no próximo domingo.


- Para saber mais sobre o Dia da Leitura: www.dianacionaldaleitura.com.br

- Para conhecer o trabalho do Instituto Ecofuturo: www.ecofuturo.org.br

- Para fazer o download do Passaporte Brincar de Ler: aqui

- Para acompanhar a blogagem coletiva que a super antenada Letícia chamou nesta Semana da Leitura, e tentar a sorte nos outros sorteios do Passaporte que estão rolando na blogosfera: Pelos Cotovelos e Cotovelinhos, O Astronauta, Meu Projetinho de Vida, Novas Peripécias de Cecília, Pai É Quem Cria, Mamãe Antenada, Pequeno Guia Prático, Conversa para Mãe Dormir, Um, Dois, Três, Saco de Farinha!, De Mãe Para Mãe e Devaneios de Mãe.

domingo, 6 de setembro de 2009

DICAS DE LIVROS PARA BEBÊS


Desde que o Caio era bebezico eu me perguntava qual seria o momento adequado para introduzi-lo ao maravilhoso mundo dos livros. Lembro que praticamente "induzi" minha irmã mais nova a dar um livrinho de pano para o Caio, e depois, mais para frente, fiz o mesmo com minha mãe, com um livrinho de texturas. Ele demorou a se interessar de fato pelo primeiro livrinho, o de pano, mesmo com o mordedor que vinha acoplado... preferia outros brinquedos, e eu controlava minha ansiedade... rá! Mas logo os livrinhos de pano foram incorporados entre os brinquedos de todo dia, como mordedores ou outras mil e uma utilidades que os bebês pequenos dão para tudo que vêem pela frente.

Mas eis que um dia, há alguns meses atrás, ele se interessou por vontade própria pelo tal livrinho que a vovó deu por livre e espontânea pressão, aprendendo a folheá-lo e descobrindo as texturas sozinho: inclusive registrei o fato aqui. De lá para cá os livrinhos são parte de suas brincadeiras preferidas, e eu não precisei mais "sugerir" os mesmos como presente. Ele ganhou alguns no Natal, outros no aniversário, eu venho comprando gradativamente... e ele já tem um pequeno conjunto de livrinhos, que ficam no seu quarto, ao alcance das suas mãos: vira-e-mexe ele corre para pegá-los, tanto para brincar sozinho, quanto para trazer para que eu ou o papai o coloquemos no colo para contar historinhas. Mas ele logo toma o livro da nossa mão, vira de ponta cabeça, vai até o fim das páginas, volta procurando alguma coisa... o livro é, para ele, um objeto interativo, um brinquedo, ele ainda não entrou totalmente em uma fase de "ouvir histórias". Controla a ansiedade, mãe!

Ansiosa ou não, o fato é que estou sempre de olho na seção de dicas culturais da Revista Crescer, que sempre traz ótimas indicações de livros para crianças e, além de fazer matérias sobre o tema, ainda mantém um blog muito bacana, o Ler para Crescer e um portal de busca sobre literatura infantil, o Livros para uma Cuca Bacana. Acontece que raramente eu via dicas para menores de dois anos (agora, com o portal, que visitei pouco antes de publicar este post, descobri que dá para encontrar dicas bem legais para crianças a partir de um ano, inclusive algumas que postei aqui)... para menores de um ano, então, acho que nunca vi. Daí que, pegando carona no papo anterior sobre meios e mensagens para os pequenos, resolvi fazer esse post, indicando alguns livrinhos bem bacanas que o Caio tem e adora, para animar outras mamães a investirem no contato dos filhotes com os livros.

Então, lá vai:


  • PARA BEBEZICOS: livrinhos de pano com mordedores e imagens bem coloridas, ou com páginas bem grossas e resistentes, que o bebê pode explorar como quiser, colocar na boca, abrir e fechar mil vezes, sem medo de ser feliz nem de estragar o livrinho. Esses dois, abaixo, são da Editora Ciranda Cultural, e o Caio curte até hoje.

  • PARA BEBÊS DE VÁRIAS AS IDADES: esses livros plásticos são diversão garantida na hora do banho, na piscina, na praia e até mesmo em meio a lambuzeira de comida. O roxinho, de hipopótamo, o Caio AMA: ele é também um fantoche, e tem uma historinha bonitinha dentro. Há a opção com outros bichos, também. Esse outro, tipo uma bolsinha, uns amiguinhos do Caio que têm, ele vem com uns lápis de cera para pintar e apagar quantas vezes as crianças quiserem! Os dois são da Editora Girassol (Coleção Tchibum e Coleção Chuá), que também têm outros livros bem bacanas para os pequenos.

  • PARA BEBÊS DE UM ANO, UM ANO E POUCO: esta é a fase do Caio agora, e esses livrinhos abaixo estão na lista dos mais-mais para ele. Os dois primeiros (também da Editora Ciranda Cultural, Coleção Toque, Sinta e Ouça) ele ganhou no aniversário de um ano, e eu achei que fossem pifar, de tanto que ele curtiu, mas os livros continuam inteirões. São livrinhos com imagens, texturas e sons de animais diversos, sucesso garantido: primeiro ele só queria apertar para ouvir o som, depois passou a associar a imagem ao som, aprendeu a falar o nome dos bichos... Cada dia uma descoberta. Aquele mais abaixo é a aquisição mais recente, e já virou o preferido: além das ilustrações serem lindas, as orelhas (que são o tema do livro) são dobraduras, que brincam de esconder e mostrar com a criança. Ele é da Ediouro e, da mesma coleção, têm também outros temas. Achei sem querer quando ia comprar um presente, e virou indicação certa para bebês da idade do Caio.









  • PARA BEBÊS POR VOLTA DE DOIS ANOS EM DIANTE: agora já estou saindo um pouco da faixa de idade do Caio, mas como comprei uns livrinhos de presente de aniversário de 2 anos para o filho de uma amiga querida esses dias, vou aproveitar e registrar o achado aqui. O primeiro (da Companhia das Letrinhas) é um livro-dobradura (ou 3D), que conta a história de um jacaré que perdeu o sono: o livro é lindo, eu achei o tema bem bacana, e a forma de contar a história também, já que a criança pode participar ajudando o jacaré na sua busca pelo soninho. Os dois de baixo (novamente da Editora Girassol) são "livros-imã", ou seja, o livro vem com uns imãs que a criança vai colando conforme a história, ou do jeito que ela quiser. O Caio com certeza vai amar esse tipo de livro, já que uma das suas brincadeiras favoritas é ficar zoando os imãs da geladeira lá de casa!!!



Então é isso. Ficam aí as dicas, espero que sejam úteis! E, se alguém quiser contribuir com esse post, dando mais dicas de livros para bebês até dois anos, dois anos e pouco, serão muito bem vindas!!!

sábado, 5 de setembro de 2009

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INFANTIL



Tenho que confessar, apesar da vergonha: eu nunca tinha ouvido falar do FICI - Festival Internacional de Cinema Infantil até outro dia, quando fui contatada para ajudar a divulgá-lo através do blog. Das duas, uma: ou o fato de morar no interiorrrr e estar há um bom tempo (desde a gravidez) sem conseguir ir a Sampa para fazer programinhas culturais está acentuando meu lado provinciano (nããão!!!), ou, como sou mamãe recente, ainda não descobri completamente o universo cultural infantil... Digamos que prefiro esta última opção, e ai de quem discordar! Rá!

De todo modo, foi uma grata surpresa tomar conhecimento desta iniciativa, que existe desde 2003 (gente, está na sétima edição, como eu não conhecia??? afe!). Fiquei muito entusiasmada com a proposta do Festival, até pensei em me mobilizar para tirar proveito dos convites oferecidos para o evento de abertura (que irá acontecer no dia 12/09, no Cinemark Eldorado, em São Paulo), mas motivos de força maior me impedem... Enfim, dores e delícias de morar longe da "cidade grande".

Mas, para quem mora em São Paulo, fica a dica: de 11 a 20/09 o FICI acontece na cidade, com exibições de mais de 50 produções nacionais e internacionais (inéditas e clássicas), nos Cinemark Eldorado e Santa Cruz, a um preço bem camarada. Em paralelo às exibições, o festival também promove oficinas e sessões interativas para os pequenos, homenagens e premiações a realizadores de cinema infantil, além de contar com uma programação especialíssima para escolas e projetos sociais.

Agora, o melhor: não é só em São Paulo que irá rolar o Festival! Ele também acontecerá nas cidades de Brasília (lá começou ontem, e vai até dia 13/09); Campinas (de 11 a 20/09 - quem sabe lá eu consigo ir!!!); Belo Horizonte (18 a 27/09); Rio de Janeiro, Niterói e Recife (de 9 a 18/10); Salvador e Aracaju (de 23/10 a 1/11). Inclusive, no Rio de Janeiro o Festival realizou a primeira edição do "Pensar a Infância - Fórum sobre Políticas, Narrativas e Linguagens do Cinema Infantil no Brasil", uma série de palestras e debates com os principais profissionais da área no país, iniciativa super louvável.

Então, minha gente, taí a dica. Excelente programa para a criançada de todas as idades (alô mamães, papais, vovós, titias, titios, padrinhos, madrinhas...) Além de diversão de qualidade, o Festival oferece um estímulo e tanto para a formação audiovisual dos pequenos (como vínhamos proseando nesse post aqui), e, para nós, uma grande oportunidade de reflexão sobre os caminhos do cinema infantil no país.

Para saber mais sobre o Festival, acesse o site ou o blog do evento, e veja quanta coisa bacana vai rolar.


[Ah! Já ia esquecendo: tem dois super sorteios de convites para a festa de abertura em São Paulo acontecendo nos blogs da Roberta e da Taís, até dia 07/09. Corram lá para participar!!!]


sábado, 8 de agosto de 2009

AGRADECIMENTOS, "CONSELHOS" E FIM.


Bom gente, a SMAM acabou... Foi uma semana intensa na blogosfera materna, muitos posts e histórias incríveis sobre amamentação. Foi também a minha primeira SMAM e primeira blogagem coletiva desde que criei esse cantinho aqui. Adorei participar!

Agradeço imensamente à Flávia, que foi a primeira a nos convocar a essa blogagem coletiva! Queria agradecer, em especial, a todas que contribuíram com as preciosas dicas de amamentação publicadas aqui no blog durante a Semana: sem vocês essa blogagem não teria dado certo! Também registro um agradecimento a todas que participaram lendo e comentando, que é o que alimenta essa troca de experiências tão bacana entre mamães, grávidas, tentantes e... simpatizantes! Rá!

Para aqueles que, como eu, não deram conta de acompanhar tudo que rolou na blogosfera durante a SMAM 2009, e quiserem ir lendo as postagens aqui do blog sobre a Semana aos poucos, é só clicar AQUI. A Flávia, do Astronauta, também fez um link bem bacana agrupando todas as surpreendentes histórias de amamentação que ela reuniu, quem quiser conhecer passa .


Por fim, no último minuto do segundo tempo, encontrei um site muito interessante que reúne alguns "conselhos" bem úteis tanto para a mãe que está amamentando ou pretende amamentar (para ver esses conselhos, clique
AQUI), quanto para aqueles que devem e desejam apoiar a amamentação de alguma mamãe próxima (para ver esses conselhos, clique AQUI): vale a leitura, é bem didática.

E é isso. Mais uma vez obrigada a todas, e voltamos à programação normal do blog!


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

AMAMENTAR É UM ATO DE AMOR?

A SMAM está acabando, mas a atenção ao tema do aleitamento materno deve ser contínua. Muitas mulheres enfrentam dificuldades, e nem sempre isso é enfocado em campanhas e meios de comunicação. Muitas vezes, a forma como a amamentação é apresentada resulta em ainda mais traumas, culpas e recalcamentos em mães que, por algum motivo, não conseguiram, não puderam, não quiseram amamentar. A amamentação (pelo menos aqui no Brasil), infelizmente, não é algo tão simples e natural como as campanhas fazem parecer. É necessário muito apoio, informação, persistência, aprendizado... Para muitas mulheres, conquistar uma amamentação tranquila e prazeirosa é quase uma operaçao de guerra, como também acontece com o parto natural. Pensando que são ambos atos fisiológicos, que o corpo da mulher está supostamente preparado para isso, parece óbvio que não precisaria ser assim. Mas é.

Um claro demonstrativo dessa situação são os inúmeros relatos que a Flávia, do Astronauta, recebeu, de mulheres que enfrentaram dificuldades as mais diversas durante a amamentação. E, aparentemente, muitas delas sofreram com isso. Não pretendo julgar os variados motivos que levaram a essas dificuldades, muito menos culpabilizar as mães que não conseguiram amamentar. Mas sempre fica aquela dúvida: poderia ter sido diferente? Não sei, mas creio que em muitos casos poderia. O fato é que existe uma mistificação muito grande em torno da amamentação, que em nada contribui para mudar esse quadro.

Pensando nisso, me lembrei de um post muito instigante da Taís Vinha, a Ombudsmãe, cujo título não poderia ser mais polêmico: AMAMENTAR NÃO É UM ATO DE AMOR. E achei que seria bem pertinente aproveitar que a SMAM está terminando para divulgar esse post e lançar uma reflexão sobre os perigos da mistificação de um ato que, mais do que natural e fisiológico, é também cultural, algo que deveria ser incorporado, corporificado, absorvido pela sociedade como um todo, e não apenas pelas mulheres. Deveria se tornar um hábito, um costume, uma rotina, que, de tão comum e cotidiana, pudesse tornar-se novamente, quem sabe um dia, natural.

E você, o que pensa sobre isso? Vamos refletir juntas?

[Nessa mesma linha de reflexão, vale também a leitura desse outro post da Taís e desse post da Sam Shiraishi, sobre o que ela chama de "divinização do leite materno"]


A AMAMENTAÇÃO E OS DENTINHOS


:: DICA DA FERNANDA, MÃE DO PITOCO (mais conhecido como Pitos!)

A Fernanda, mãe de um pequeno suuuuper esperto e arteiro, mandou duas dicas muito boas, que eu mesmo apliquei (e ainda aplico) com meu Caio. A primeira fala sobre uma posição deliciosa para dar de mamar para bebês sem dentes (mas eu ainda uso, mesmo com o Caio cheio de dentes!) e a segunda fala sobre como lidar com as mordidas do seu mamífero cheio de dentes, sem desistir da amamentação. Essa dica é super bacana, porque quando eles começam a morder o peito é estranho... eu, pelo menos, fiquei bem insegura se iria conseguir continuar com a amamentação do meu pequeno de dentes afiados, como falei AQUI... Então, com a palavra, Fernanda:


Oi, Thaís! Sou Fernanda, mãe do Pitoco, do blog Mãe de Garoto. Tenho duas dicas sobre amamentação - uma para bebês sem dentes, outra para bebês com dentes.

Dica para bebês sem dentes - Experimente amamentar deitados na cama. Meu bebê sempre gostou, principalmente porque ficamos coladinhos um no outro. Ele fica tranquilo e, normalmente, pega no sono. Alguns pediatras são contra, porque o leite pode ir para o canal do ouvido, mas outros acreditam que há benefícios nisso porque o leite materno faz bem, mesmo para os ouvidinhos! (rs) Meu pequeno nunca teve problemas de ouvido, ao contrário, tem 9 meses, mama muito até hoje (cerca de 5 vezes ao dia) e sempre foi muito saudável.

Dica para bebês com dentes - É inevitável: os dentinhos começam a nascer, o pequeno fica com nervosinho na gengiva e a probabilidade dele morder seu peito é grande. Se isso acontecer, tire o mamá de sua boquinha, diga que não pode morder e fique uns 5 minutos sem oferecer o peito. Ele vai entender, acredite! Pode ser que ele te morda no dia seguinte, mas se você repetir, ele não fará mais! Funcionou comigo, mas só depois de três mordidas seguidas. Seja persistente! Afinal, seu mamífero cheio de dentes merece toda paciência do mundo!

COMENTÁRIO QUE VIROU DICA


A Flávia pediu, eu atendi. É que a Magá fez um comentário ótimo nesse outro post, e concordei com a Flá: merecia virar um post, mais uma dica em meio a esta semana tão intensa de postagens e blogagens sobre amamentação. Então, novamente, com a palavra, Magá:
Em relação às dicas da Pat, concordo com quase tudo. A alimentação saudável e o descanso são realmente fundamentais para uma boa produção de leite, sobretudo no começo. Mas, todas as evidências práticas apontam que o que realmente estimula a produção de leite é mais e mais amamentação. Quanto mais seu bebê mamar, mais leite você terá.

Por isso, exceto casos patológicos, qualquer mãe que tenha, desde o início, um processo tranquilo e correto de amamentação certamente terá leite suficiente para nutrir seu bebê. Quando ele estiver maior, depois dos 6 meses, sua alimentação será naturalmente complementada por outros alimentos e ele não tem porquê sentir fome. Não vale mesmo a pena sentir-se culpada por não ter leite. Afinal, nosso corpo está preparado pra isso e se algo não está indo bem é muito provável que tenha a ver com fatores externos (tensão, cansaço, etc).

Acho que vc concorda comigo, né, Tha? [SIM!!!!!!!!!]

Beijos e parabéns por todo esse empenho em trazer informação para as mamães!

VOLTA AO TRABALHO E AMAMENTAÇÃO



:: DICA DA LETÍCIA, MÃE DA LAURA


Voltar a trabalhar e prosseguir com a amamentação exclusiva é um grande desafio. No final da minha licença-maternidade, mesmo sabendo que eu só voltaria a trabalhar meio-período, eu fiquei muito angustiada e ansiosa, sofrendo por antecipação, sem saber se daria conta de prosseguir com a amamentação exclusiva, se me adaptaria a essa nova rotina de trabalhar e amamentar... Muitas mulheres passam por isso, daí a importância da dica que a Letícia enviou. E ela fala com conhecimento de causa: teve que voltar a trabalhar quando sua filha tinha apenas dois meses e meio, mas nem por isso deixou de amamentar, e sua experiência rendeu dicas importantes (para ler o relato de amamentação da Letícia, que também está a mil durante a SMAM, clique AQUI). Com a palavra, Letícia:

Minhas dicas para quem quer amamentar e tem que voltar a trabalhar são:

1) Negocie com o chefe os horários de amamentação e trabalho;
2) Procure um berçário pertinho do trabalho para que possa correr até lá nesses intervalos;
3) Compre, alugue ou peça emprestado uma bombinha elétrica (a manual não extrai em volume suficiente);
4) Após cada mamada, tire todo o leite de ambos os seios com a bombinha para garantir o suprimento nos momentos em que não conseguir estar presente fisicamente;
5) E a principal delas: diga não à mamadeira nesse período. Use copos de aprendizado com válvula para o bebê fazer força para sugar.

essa foto não é incrível?